08 dezembro 2017

Gratidão

   

       "A gente não chega a lugar algum sozinho". Essa é a frase que me acompanha nesses últimos dias de 2017 e que provavelmente deve estar me acompanhando desde já muito tempo, mas só agora puder ver a força que ela possui em minha vida. 
      Sempre fui de planos, de programar minhas atividades, de tentar esquematizar minhas ações, o futuro incerto sempre me amedronta, não gosto das surpresas do destino pois nem sempre elas são boas e bem sei que isso é de extrema imaturidade, mas são questões de personalidade as quais ainda não consegui me afastar. Porém, em alguns momentos de nossas vidas, bem específicos, bem marcantes, algumas surpresas são realmente gratificantes. Enquanto me afundava em leituras difíceis e novas no meu quarto, meus pensamentos vagavam para um possível futuro próspero, mas aparentemente distante. Em um piscar de olhos, esse futuro já era o presente, e novos desafios surgiam ao longo dos dias. Em um estalar de dedos já me vi em outras posições, atuando de outras formas e realizando diversas ações que até pouco tempo atrás eram apenas pensamentos de uma mente ansiosa por mudanças e ao mesmo tempo amedrontada por elas. Mas esse piscar de olhos, esse momento repentino, essa transição aparentemente veloz não ocorreu sem a ajuda de inúmeras pessoas, em momentos diferentes, distantes e próximos do presente, os quais fizeram tudo isso acontecer.
         E o tudo isso significa muito, tanto, que nem letras em caixa alta, nem textos (essa tentativa frustrada de uma boa escrita), podem elucidar o quanto tudo isso significa.
     
São palavras de alguém extremamente grata por todas as pessoas que me ajudaram em meu percurso acadêmico, profissional e pessoal, até o presente momento. Um paradoxal longo e curto percurso de dificuldades, limitações, mas muito trabalho, muito esforço, muito estresse e muitas tentativas de demonstrar minha gratidão por meio de gestos e simples conversas por aí.

Um comentário:

  1. Olá, Jen. Tudo bem?
    Adorei seu texto!Concordo com cada palavra dita. Realmente não chegamos sozinho a lugar nenhum. A ansiedade também é algo que me persegue, como alguns dizem: "é o mal do século". Mas acredito que uma hora ou outro, conseguimos chegar a um equilíbrio. Fiquei muito feliz com o último parágrafo do texto.

    ResponderExcluir

Opine,reclame,exclame,comente.Mas uma dica: palavras sinceras são sempre bem-vindas.

Copyright © 2014 | Design e Código: Sanyt Design | Tema: Viagem - Blogger| Personalizado por: Jeniffer Yara | Imagens do Header: Pinterest | Ícones de gadgets/categorias: Freepik | Uso pessoal • voltar ao topo