30 julho 2015

[Filme] A Vida Secreta de Walter Mitty

Título: The Secret Life of Walter Mitty
Direção: Ben Stiller
Elenco:Ben Stiller,Adam Scott, Sean Penn, Shirley MacLaine, Terence Bernie Hines, Kristen Wiig.
Sinopse: Walter Mitty (Ben Stiller) é o responsável pelo departamento de arquivo e revelação de fotografias da tradicional revista Life. Ele é um homem tímido, levando uma vida simples, perdido em seus sonhos. Ao receber um pacote com negativos do importante fotógrafo Sean O’Connell (Sean Penn), ele percebe que está faltando uma foto. O problema é que trata-se justamente da foto escolhida para ser a capa da última edição da revista. É quando, Walter, com o apoio de Cheryl (Kristen Wiig) é obrigado a embarcar em uma verdadeira aventura.


Não esperava muito desse filme, até então desconhecido por mim. Mas ao receber a recomendação de uma antiga colega de estudos, decidi assisti-lo em uma bela noite tediosa com o namorado e me surpreendi pelas sensações que ele trouxe à mim.


O filme começa num ritmo um tanto lento, cenas paradas, nos apresentando a vida - sem graça - de Walter Mitty e seus hábitos de devanear sobre situações e pessoas ao seu redor. Mas logo após é apresentado a 'problemática' do enredo que faz Walter tomar decisões drásticas para salvar seu emprego e a revista em que trabalha há anos.


As viagens que Walter realiza em busca do negativo perdido são mirabolantes, as ações ainda mais, principalmente aquelas imaginadas pelo personagem, mas o longo das cenas, tais ações não são mais fruto da imaginação de Walter e sim reais. Ao longo do filme percebemos a evolução da personagem para alguém diferente do que ele estava sendo, vivenciando novas experiências e tendo novos pensamentos sobre sua vida.


Ao mesmo tempo que nos traz reflexões acerca da vida e do que iremos fazer com ela, o filme também traz comédia e cenas engraçadas, na medida de um filme que traz drama e humor. A atuação do Ben Stiller nos convence do começo ao fim, e o romance inserido na obra também.
“Ver o mundo e os perigos que virão, ver por trás dos muros, chegar mais perto, encontrar o outro e sentir. Esse é o propósito da vida."


A fotografia é outro ponto a destacar em A Vida Secreta de Walter Mitty, as paisagens são lindas e muitas vezes nos vemos desejando estar em locais inusitados, como Groenlândia. A trilha sonora também é impecável e combina perfeitamente com esse filme tão inteligente estrelado e produzido por Ben Stiller. Com certeza minha visão sobre esse ator mudou bastante depois de assistir essa produção.
Recomendo e muito! Além de estar disponível no Netflix e Telecine Play, o filme também se encontra para download em vários sites e em ótima qualidade. 

24 julho 2015

Resenha - Recomeço


Título: Recomeçar
Original: Revived
Autor(a): Cat Patrick
Editora: Intrínseca
Sinopse: Tudo começou com um acidente de ônibus. Daisy Appleby era pequena demais para lembrar — tem apenas flashes do acidente que a matou, e de ter sido trazida de volta à vida. A partir daquele momento, ela se tornou uma das catorze crianças que fazem parte de um programa secreto do governo que visa aprovar um novo medicamento: o Recomeço.
Daisy já morreu algumas vezes, e a cada morte ela recebe um novo sobrenome, vai para uma nova cidade e ganha uma nova história. A única constante em sua vida é a própria inconstância. Ao conhecer Matt e Audrey, seus primeiros amigos de verdade, após sua quinta morte, ela tenta criar raízes em mais um lar e começa a descobrir segredos sobre o programa Recomeço. Quanto mais informações vêm à tona, mais Daisy percebe que não passa de um peão em um jogo sinistro, que pode revelar que seu mundo — e tudo no ela que acredita — é uma grande mentira.

Quando soube do lançamento da autora Cat Patrick, de Deslembrança, me interessei de imediato. Gostei muito da leitura do primeiro livro de Cat e tinha quase cem por cento de certeza que não iria me decepcionar com seu segundo livro. Foi exatamente isso e mais, não só não me decepcionei como me surpreendi positivamente com esta leitura.

Daisy acaba de morrer por picadas de abelhas em sua atual escola. Porém, ela é revivida através do medicamento chamado Recomeço e isso já ocorreu quatro vezes antes desta ultima morte, desde quando sofreu o acidente no ônibus da escola onde estudava quando menor. Daisy faz parte deste programa ultrassecreto do governo junto com Mason e Cassie, agentes que fingem serem seus pais e Megan, sua melhor amiga e também uma das crianças do ônibus. Eles mudam de cidade a cada morte de Daisy e a menina, agora com 15 anos, sempre se adapta bem, não estreitando laços de amizade na nova cidade onde fica. Porém, ao chegar a Omaha, Daisy conhece Audrey e torna-se sua amiga rapidamente. Ao mesmo tempo em que também conhece Matt, coincidentemente irmão de Audrey, e assim a vida de Daisy muda ao desejar os dois por perto, principalmente Matt.

Mas Daisy esconde sua vida secreta dos amigos e ao saber do câncer de Audrey, sente-se culpada por ter em mãos um medicamento que revive pessoas, mas que não pode ajudar sua então melhor amiga. Ao contar a Matt sobre todos os seus segredos, Daisy descobre também um segredo do projeto em que faz parte, fazendo-a duvidar das boas intenções que o programa diz ter sobre os pacientes que ajudaram no acidente do ônibus.

Recomeço me surpreendeu tanto que me encontro com dificuldades ao escrever esta resenha e colocar na tela da postagem o quanto esse livro foi bom, o quanto me prendeu do começo ao fim e o quanto mexeu comigo enquanto o lia. Cat Patrick conseguiu escrever mais uma história que me prende e que não deixa ‘fios soltos’ ao final, fazendo com o que o leitor se sinta satisfeito ao final da história, mesmo desejando mais dela. Pelo menos foi assim que me senti ao término desse livro.
Daisy é uma adolescente um tanto madura pra sua idade, mas ainda assim toma atitudes que acho condizentes ao seu tempo, que tramita entre a infância e vida adulta. Os personagens cativam, Audrey e Matt são irmãos que eu gostaria de ter como amigos, e Mason, mesmo sendo frio algumas vezes, também gostaria de ter por perto, Megan fazendo parte do mesmo projeto da garota, se faz como uma confidente divertida e confiável.

O romance entre Daisy e Matt não é exatamente o foco da narrativa, mas surge em grande parte na voz da adolescente. Completamente normal. Há algumas reviravoltas e a trama instiga o leitor nos mistérios que Daisy desvenda aos poucos. Com escrita leve, fácil e capítulos curtos, a leitura se faz em um dia, no máximo, em dois. O leitor desejará, com certeza, conhecer as soluções dos mistérios que surgem na história e não cansará até descobri-los.

Recomeço é uma obra com muita ficção, mas também reflete um pouco sobre amizade, amor e companheirismo em momentos difíceis, com uma escrita fluida e bem escrita, Cat Patrick nos traz mais uma boa obra para lermos.

20 julho 2015

Resenha - Ele Está de Volta


Nome: Ele Está de Volta
Original: Er ist wieder da
Autor(a): Timur Vermes
Editora: Intrínseca
Sinopse: Ele Está de Volta - Berlim, 2011. Adolf Hitler acorda num terreno baldio. Vivo. As coisas mudaram: não há mais Eva Braun, nem partido nazista, nem guerra. Hitler mal pode identificar sua amada pátria, infestada de imigrantes e governada por uma mulher. As pessoas, claro, o reconhecem — como um imitador talentoso que se recusa a sair do personagem. Até que o impensável acontece: o discurso de Hitler torna-se um viral, um campeão de audiência no YouTube, ele ganha o próprio programa de televisão e todos querem ouvi-lo. Tudo isso enquanto tenta convencer as pessoas de que sim, ele é realmente quem diz ser, e, sim, ele quer mesmo dizer o que está dizendo. Ele está de volta é uma sátira mordaz sobre a sociedade
contemporânea governada pela mídia. Uma história bizarramente inteligente, bizarramente engraçada e bizarramente plausível contada pela perspectiva de um personagem repulsivo, carismático e até mesmo ridículo, mas indiscutivelmente marcante.

Ele Está de Volta me despertou atenção desde a segunda Turnê da editora Intrínseca aqui em Belém, ano passado. As meninas souberam mesmo me instigar quanto a esse livro e finalmente pude adquiri-lo este ano, através da troca via Plus no Skoob. Confesso que esperava outra leitura como a que fiz, mas não foi ruim.

Adolf Hitler acorda repentinamente num campo onde jovens estavam ali perto e o descobrem ainda desnorteado. Sem entender onde está e o que acontecera com ele, com Eva e com seus companheiros de guerra, Adolf faz perguntas aos rapazes e sem conseguir as respostas que queria, sai daquele lugar. Depara-se após algum tempo em uma banca de revistas, onde um senhor muito simpático o acolhe, sem antes esclarecer o ano em que estava: 2011.

Imaginem Adolf Hitler em 2011, na era das redes sociais, do Youtube, de campanhas contra o preconceito racial e contra ideologias militaristas. Timur consegue construir uma história a partir disto, sem fugir da figura imponente e importante que foi o Führer. A trajetória do grande ‘imperador’ começa com sua estadia na banca de revista; achando-o muito parecido com Adolf Hitler, ninguém acredita que ele é o próprio, então tudo o que ele fala, esbraveja ou faz é considerado uma sátira da grande figura que matou milhões de inocentes no país. Adolf ganha fama e simpatia pela TV e internet e torna-se uma figura famosa novamente, mas agora de outra forma.

A narração é em primeira pessoa e é estranho ler palavras do próprio Adolf Hitler. No começo confesso que foi difícil adentrar na narração e me convencer dela (É ficção, mas a intenção do autor é fazer com que você acredite na história durante sua leitura), porém, aos poucos Timur nos consegue convencer do narrador ser mesmo o próprio Fürher. O que me deixou, muitas vezes, irritada, pois não concordo com suas ideias, desde os pensamentos sobre a raça alemã até os desejos de tortura ou castigo quando alguém não agia de acordo com o que ele achava certo.

É um tanto difícil descrever esta leitura, admito. A história depois de certo ponto te prende, instiga sobre o que irá acontecer com Adolf e como ele irá agir frente às pessoas contrárias com a sua fama, seus pensamentos e seu ‘humor’ (seus discursos não são levados a sério, pelo menos nos personagens que surgem na história). Há muita narração sobre política, História e sobre o próprio Hitler, o que dificulta quando o leitor não sabe muito sobre tais assuntos. Mas algumas cenas também trazem muito do irreal e situações mirabolantes. Ao mesmo tempo em que Hitler irrita com seus pensamentos e ideologia, ele também cativa em certas passagens, deixando o leitor com sentimentos conflitantes ao ler a obra.

Por fim, não posso deixar de enfatizar que Timur Vermes, tendo estudado História e política antes de se tornar jornalista, demonstrou seus conhecimentos perfeitamente em sua narrativa, de maneira confiante e clara (mesmo eu não entendendo tanto assim, principalmente em relação aos nomes dos personagens históricos, possíveis companheiros de Hitler). A obra traz algumas reflexões sobre a mídia, sobre as figuras participantes dela e sobre a sociedade em si, na própria voz de Adolf Hitler, fazendo esta história ser bem diferente do que costumamos ler.

17 julho 2015

Coisas que todo mundo ama e eu odeio


Eu já fiz um post parecido com esse no ano de 2012 aqui, mas entrei em um novo projeto nesse mês de Junho com as meninas do grupo de blogagem coletiva Círculo secreto das bruxas blogueiras, e o tema escolhido do mês foi esse. Não me odeiem após lerem esse post, é só o que peço. haha


Futebol

Odeio futebol muito pelo fanatismo presente nas torcidas brasileiras, acho tão ‘sem noção’ (é essa expressão mesmo) uma pessoa se apegar TANTO a um time! Um time que não é sua família, não é seu amigo, não traz nada favorável pra você, a não ser muita decepção quando perde um jogo (nossa, muita decepção meu time perder um jogo que não vai mudar em nada minha vida) ou ‘alegria’ quando ganha um (nossa, muito importante meu time ganhar o jogo, vai mudar tudo). Além do investimento que é feito em jogadores de futebol ser drasticamente assustador se comparado ao investimento em outras áreas (muito mais importantes, diga-se de passagem) que é mínimo, quando há. Okay, não sei muito sobre questões econômicas envolvidas no futebol brasileiro, e podem dizer que esse dinheiro, que não é público, salvou muitos garotos do tráfico, da pobreza, etc, mas é uma pequena parcela se comparada com o restante de garotos, adolescentes que não estão tendo essa oportunidade de enriquecer enquanto corre atrás de uma bola e vocês não são tão ingênuos assim de pensar que o dinheiro público nunca entrou na questão do futebol brasileiro, né?! Sabe aquele clichê da política do pão e circo? É isso mesmo, futebol é pra distrair? É. Mas se tornou algo viral (doentio mesmo) que mexe com o povo brasileiro de uma forma que eu não consigo compreender, na verdade, consigo sim e me revolto mais ainda com isso. Acho desnecessário toda essa valorização, todo esse fanatismo, toda essa idolatria a um futebol que nem bom mais é (só lembrar do 7x1). Odeio torcidas organizadas, odeio jogadores de futebol sendo os principais influenciadores em meninos e meninas (pobres ou não) na tomada de decisões sobre seus futuros, odeio essa política que valoriza mais o futebol na Televisão do que programas culturais realmente bons.

Carnaval

Seguindo na politica do pão e circo, odeio carnaval. Mas é aquele carnaval das ruas, sabe? Que fere o meu direito de ler em paz nas férias (quando estou de férias) ou dormir, ou sair tranquila nas ruas sem me deparar com um carro elétrico tocando aquele barulho que chamam de música envolto de pessoas bêbadas, suadas, correndo o perigo de ser arrastada por elas. Odeio tumulto e o carnaval, pelo menos o atual, é apenas isso. Barulho, mal cheiro de pessoas e bebidas, multidão em um espaço pequeno, brigas, mortes, é só nisso que consigo pensar quando lembro de Carnaval. Isso quando não penso no feriado, única coisa boa que essa época traz. Infelizmente nasci nesse período e além de todo mundo estar gastando dinheiro nos blocos de carnaval uma outra parcela está viajando e esquece dos presentes da moça aqui, ou seja, odeio mais ainda essa época.


Música "farofa"

Gaby Amarantos, Gangue do eletro, entre outros (principalmente a música pop atual), fora os internacionais como Nick Minaj, etc (etc = cantoras iguais, nem lembro os nomes) não são pra mim. “Mas você não vai pra festas e quando ouve elas sente vontade de dançar e tals?” Não. Primeiro que não vou em festas, segundo que não danço, terceiro que NÃO DÁ, amigos. My Anaconda não aguenta essas músicas farofas que a maioria da galera jovem, descolada e cult gosta. Sou chata mesmo e a maioria das músicas que ouço e gosto são tristes, estranhas e até bizarras pra alguns. Nem pra dançar, nem pra fazer faxina, nem pra se rasgar na baladinha de sexta eu gosto desse tipo de som. Sorry.

***
Com esse post eu só comprovo o quão chata eu sou, mas lá no fundo eu sou uma pessoa legal (não prometo nada). E vocês? Se identificaram com algum dos itens? O que vocês odeiam que todo mudo parece amar?! 


14 julho 2015

Novas aquisições #004


Novas aquisições sempre é muito bom! Infelizmente só estou podendo realizar esse post por conta da greve na universidade, que me deu mais tempo (e dinheiro) livre para fazer outras coisas não relacionadas à universidade. Nesse mês que passou teve a Feira do Livro, me aventurei em novas compras pela internet e algumas trocas pelo Skoob também. Mas vamos ao que interessa.


Estava querendo esse livro há muito tempo! E desde quando comprei um colar que o pingente que remete a um inseto, todas as pessoas que já leram A Metamorfose me recomendam essa leitura. Já li e gostei muito.


Neil Gaiman, finalmente de volta na minha estante! Esse livro recebi de troca via Plus pelo Skoob. 

Desses dois acima eu só deveria ter comprado Os Maias, leitura para a disciplina que estava estudando na faculdade. Porém já estava querendo há muito tempo também O Sol é Para Todos e só ouvia e lia elogios quanto à ele, ou seja, não resisti. Espero realizar a leitura em breve.

10 julho 2015

[Filme] Cidades de Papel

Título: Paper Towns
Direção: Jake Schreier
Elenco: Nat Wolff, Cara Delevingne, Justice Smith, Austin Abrams.
Sinopse: "Cidades de Papel" é uma história sobre amadurecimento, centrada em Quentin e em sua enigmática vizinha, Margo, que gostava tanto de mistérios, que acabou se tornando um. Depois de levá-lo a uma noite de aventuras pela cidade, Margo desaparece, deixando para trás pistas para Quentin decifrar. A busca coloca Quentin e seus amigos em uma jornada eletrizante. Para encontrá-la, Quentin deve entender o verdadeiro significado de amizade – e de amor.



Normalmente eu não gostaria de escrever sobre uma adaptação de livro, ainda mais por ter me decepcionado tanto com a adaptação de A Culpa é das Estrelas do mesmo autor. Porém, Cidades de Papel me surpreendeu positivamente e não quis deixar a oportunidade de falar sobre ele aqui no blog.

Paper Towns é meu livro favorito do John Green (já li todos dele, menos Will & Willl) e estava com um pé atrás em relação à essa adaptação. Fiquei com receio de transformarem a mensagem do livro em algo banal ou até deixá-la de lado pra enfatizar um romance adolescente. Felizmente, isso não ocorreu e sai satisfeita do cinema.


Margo e Quentin se conhecem desde pequenos e numa saída de bicicleta pelo bairro, eles encontram um adulto morto na pracinha. Após o acontecimento, naquele mesmo dia, Margo surge pela janela do quarto de Q e o convida a investigar, junto à ela, sobre a morte daquele senhor. Quentin nega e ao longo dos anos, os dois afastam-se. Após 11 anos do ocorrido, Q demonstra-se ainda fascinado por essa garota cheia de mistérios, aventuras e histórias fabulosas sobre suas indas e vindas de casa. Margo tornou-se seu próprio mistério e parece apenas inalcançável para o jovem rapaz dedicado aos estudos, amigos e família. Porém, em uma noite inesperada, Margo reaparece na janela de Q, quase o intimando a completar 9 missões com ela, para completar sua vingança contra o ex-namorado e suas ex-amigas. É a partir desta noite que a vida de Quentin muda completamente.


A história do livro é basicamente a mesma do filme. Mudaram algumas coisas? Sim, obviamente, mas não deixa a desejar (pelo menos ao meu olhar). O que me agradou e muito. O romance não é enfatizado no filme, assim como no livro. John Green escreve um Young Adult nada superficial e leva isso às telonas com essa nova adaptação. 

O elenco está maravilhoso, até mesmo Cara Delevingne eu achei com uma boa atuação, mesmo ouvindo tantas críticas à ela. Nat como Quentin está muito bom também e seus amigos mais ainda. Talvez em algumas eu tenha sentido uma certo ar superficial nas atuações, mas nada muito grave. As cenas entre os meninos são as mais engraçadas e cativantes. Com uma linguagem própria, o roteiro não deu um 'ar forçado' nos diálogos entre Q, Ben e Radar. Austin como Ben roubou a cena várias vezes, nos fazendo rir com seus trejeitos e sacadas.


A cenografia não foi exatamente como imaginei, mas ainda sim foi mais ou menos fiel ao que está presente no livro. A trilha sonora está PERFEITA. Ainda mais tocando HAIM (se não ouviu ainda, ouça aqui - urgentemente!) nas cenas finais. 

Cidades de Papel fala sobre amadurecimento, enfoca em valores como amizade, conhecer a si mesmo, descobertas, conquistas e aventuras em uma época em que podemos (quase) tudo e que os arrependimentos e angústias devem ficar de lado.


Em alguns momentos tive uma sensação nostálgica e saudosista quanto à adolescência, querendo voltar um pouquinho no tempo pra me aventurar em certas histórias assim como Q, Ben, Radar, Angela, Lacey e Margo. 

Saia da sua zona de conforto, perca-se antes de encontrar-se, essas são as lindas mensagens que tal produção nos traz, de uma forma bem singela e divertida.

04 julho 2015

Sessão Nostalgia: desenhos animados


Eis que volto com mais uma sessão nostalgia pra relembrar das coisas boas da vida! Dessa vez é sobre os desenhos animados que eu tanto amava assistir na infância. Lembro que acordava cedo algumas vezes, para poder assistir todos e tomava o café da manhã em frente à TV pra não perder nenhum.
Kim Possible

Quando me perguntam de um desenho que sinto falta de assistir e que gostava muito, sempre me vem à cabeça a Kim Possible. Eu AMAVA esse garota, o jeito dela meio destrambelhado e como no final ela sempre conseguia vencer os obstáculos das suas 'missões'. Sem falar no amigo dela super engraçado! Sempre torcia pela Kim se dar bem tanto nas missões quanto na escola.

As Meninas Superpoderosas

Okay, esse desenho todo mundo conhece, todo mundo fala bem, todo mundo assistiu, nem que seja pelo menos um episódio. Também amava as meninas e sempre me confundia nos nomes delas, mesmo assistindo quase todo dia. Também sempre me identifiquei com a Florzinha, que era a mais organizada e *chatinha* às vezes do trio. Odiava o Macaco-Louco e odeio até hoje, ainda tinha medo daquele vilão todo vermelho que tinha uma voz estranha ;*

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