20 junho 2015

[Filme] Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros

Nome: Jurassic World: 
Direção: Colin Trevorrow
Elenco: Bryce Dallas Howard, Chris Pratt, Nick Robinson, Ty Simpkins, Andy Buckley (II) e outros.

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Trailer

O Jurassic Park, localizado na ilha Nublar, enfim está aberto ao público. Com isso, as pessoas podem conferir shows acrobáticos com dinossauros e até mesmo fazer passeios bem perto deles, já que agora estão domesticados. Entretanto, a equipe chefiada pela doutora Claire (Bryce Dallas Howard) passa a fazer experiências genéticas com estes seres, de forma a criar novas espécies. No entanto, uma delas logo adquire inteligência bem mais alta e se torna uma grande ameaça para a existência humana.

Como uma boa fã de Sessão da Tarde e filmes que passavam na Globo, Jurassic Park teve presença marcada na minha infância. Não que eu tenha tido 'aquela' fase de amar dinossauros, como anda em voga por aí, mas gostava do filme e confesso, sempre tive medo enquanto assistia os ataques dos dinossauros e ficava muito atordoada com todo o suspense durantes as cenas.

Ao assistir Jurassic World voltei à minha infância e pude presenciar - como um remake, acredito que essa produção foi feita justamente para isso - uma volta ao passado, revivendo emoções ao assistir os dinossauros na tela do cinema e pra quem não teve a oportunidade de assistir Jurassic Park na tela grande dos cinemas, hoje está tendo. O que é o meu caso.


O parque dos dinossauros, atualmente 'descobertos' há 20 anos atrás está reaberto novamente. Indominus rex foi criada para atrair ainda mais o público, que pelas estatísticas da empresa, não se surpreende tanto mais com os fascinantes dinossauros. O problema em torno desse novo ser vivo é sua inteligência e isolamento do resto do mundo, onde, ao sair da jaula em que estava prisioneira, provoca muitas mortes e histeria em torno do parque.

Os personagens não me pareceram cativantes logo no princípio. Zach e Gray são irmãos que estão passando uma temporada com sua tia Claire, gerente (?) do parque, um tanto fria e calculista durante as primeiras cenas do filme. Quem rouba a cena (falando sobre os seres humanos) obviamente é Owen, interpretado por Chris Patt (deus grego) que está em ótima forma e cativa o público em suas primeiras cenas atuando ao lado de uma espécie de dinossauros (sorry, não sou expert nesse assunto) treinando-os e conquistando a confiança dos mesmos. Não espere aprofundamento psicológico ou emocional entre esses personagens centrais, quem rouba - de verdade - a cena são os dinossauros. As tomadas com alguns deles são impressionantes e gostaria de ter assistido em 3D para ter aquela sensação de estar mais perto deles (principalmente nessa cena abaixo).


A ação do filme, o suspense, os efeitos especiais, a trilha sonora. Esses sim são os fatores que podemos falar sobre essa produção e que prendem nossa atenção do começo ao fim. 

Muitos estão falando das 'falhas' ocorridas no filme, como Claire correndo de salto do começo ao fim, ou sobre o final surpreende (QUE FINAL!) e um tanto inesperado, que pode ocasionar opiniões diversas entre os telespectadores. Mas sabemos que Jurassic World não é para mostrar nenhuma realidade ou convencer totalmente o público de que isso poderia acontecer na vida real, afinal, é um filme sobre dinossauros(!). O filme é para impressionar e cativar o público fiel a Jurassic Park ou aos mais novos telespectadores que são fascinados por dinossauros. 


Por fim, Jurassic World demonstrou-se como uma homenagem à todos os fãs de Jurassic Park. Crianças, jovens e adultos que amaram o primeiro filme agora podem ter essa sessão nostalgia nos cinemas, com novos recursos cinematográficos na produção e com um final de tirar o fôlego. A presença de elementos do filme antigo foi o que me deu essa sensação de 'homenagem' de que escrevo e me senti muito satisfeita ao sair do cinema. Ótimo filme de entretenimento relembrando minha infância, não tinha como não gostar. 

13 junho 2015

A arte de Wylie Beckert

“Eu amo a arte!” escreveu Wylie Beckert, ela mesma se questiona se existe qualquer artista que diga ao contrário. A artista mora no norte de Maine com um cão, um gato e um cientista, nada melhor que a mesma para definir sua obra: “Minha arte é uma combinação de mídias digitais e tradicionais, e é definida por sua escuridão, irrisório, e com ênfase em personagens para contar histórias. Meu trabalho de ilustração tem sido encontrado mais recentemente em livros, revistas, publicidade e animação”. Cheia de fantasia, com ela é assim, cada ilustração é uma história para ser contada. 



06 junho 2015

XIX Feira Pan-Amazônica do Livro


Há 3 anos escrevia sobre a Feira Pan-Amazônica do Livro daqui de Belém no blog. Desde 2012 continuo frequentando a Feira, porém não comprando muito, pois: mesmo com o título de 'Feira', os preços dos livros não diminuem, pelo contrário, aumentam por conta de vários fatores que confluem para livros não tão baratos assim. Porém, além de divulgar literatura, trazer lazer e cultura em sua programação, a Feira Pan-Amazônica (27/05 a 07/06) também traz algumas ofertas bem interessantes e neste ano ainda trouxe novas estandes em sua exposição, o que me deixou muito feliz e satisfeita quanto à organização.


O tema foi a cultura japonesa e o escritor homenageado foi Ariano Suassuna. Todo ano temos um país e um autor homenageados e neste ano, a cultura japonesa na decoração da Feira foi linda! Não participei da programação cultural este ano por conta da falta de tempo para isso (ano passado participei de uma palestra sobre 'a verdade por trás dos contos de fadas' e gostei muito). Mas pelo que eu vi na fanpage da Feira, várias foram as programações que o evento ofereceu, entre eles, palestras, sessão de autógrafos, encontros com autores conhecidos nacionalmente (Thalita Rebouças, Bruna Vieira), contação de histórias para crianças, filmes relacionados à cultura japonesa ou ao autor Ariano, entre outros. Tudo isso gratuitamente! 

Mas falando sobre a estrutura das estandes, vamos à elas:

 

No sebo Relicário, os livros estavam a um ótimo preço, contendo não só livros de autores infanto-juvenis ou young adult, mas também de autores com Gabriel García Márquez (em edições antigas de capa dura!), Stephen King e Manuel Bandeira. Todos com preços acessíveis e bem conversados. Gostei muito de ver Just Listen da Sarah Dessen no estande deles, um livro difícil de encontrar e por apenas 20 reais! Infelizmente não pude comprá-lo :( 


Top Livros esteve presente este ano também com uma estande bem diversificada cheia de livros interessantes por apenas 10 reais! Tinha Federico Moccia, Edgar Allan Poe e alguns clássicos da literatura universal como A Outra Volta do Parafuso em edição da Abril, capa dura (o qual eu comprei *O*). Na Editora Savoy também tinha uma bancada apenas com livros de 10 reais, contendo mais clássicos ainda da literatura universal, em edições ilustradas e comentadas. Além, claro, de conter livros mais famosos como o box de Mazze Runner e livros de Star Wars.

01 junho 2015

Apocalipse em mim


Quero escrever sobre o que me incomoda. Sobre o que me tira a paz. Mas o cansaço é tanto que todas as palavras ditas ou escritas parecem não ser mais relevantes. A relevância do escrever sobre o que me faz bem ou sobre o que me faz mal já parece não existir na rotina exaustiva. Os dias vão se acumulando, junto com as dívidas, com as responsabilidades, com os deveres e os quereres que surgem ao longo das horas. A cada momento é uma nova preocupação e se não pararmos para respirar e olharmos à nossa volta com toda a fé em dias, pessoas e momentos bons, é possível enlouquecermos em meio a todo esse caos existente. As notícias nos jornais nos fazem mais tristes, mais desconfiados, menos pacientes, mais inconformados e ao mesmo tempo mais conformados com a injustiça que nos cerca. Tudo o que vejo, as palavras que leio, as imagens e ideias que me parecem erradas, cansam. Desajustada em minhas próprias opiniões, me vejo gritando em meio a uma multidão veloz, numa cidade conturbada, barulhenta, violenta, que não tem tempo para ouvir cada voz exigindo um mínimo de atenção. Os desejos parecem fúteis. Os sonhos, premonições do que está por vir. Os sentimentos, confusão de um caos interno sem previsão de calmaria. Um calmante não seria a solução. Uma religião? Talvez. Os pensamentos apocalípticos transtornam qualquer um.
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