31 agosto 2014

Resenha - Ter e Não Ter

Nome: Ter e Não Ter
Original: To Haven an Have Not
Autor(a): Ernest Hemingway
Editora: Bertrand
Sinopse: Nesta obra o ambiente é tipicamente hemingwayano: à exceção da primeira parte, que se passa em Havana, as outras têm como pano de fundo ora a região de Key West, na Flórida, onde residia há oito anos, ora as poucas milhas marítimas que se estendem entre Cuba e o sudeste americano, tantas vezes por ele percorridas em seu barco de pesca, o Pilar, que, por sua vez, tem bastante semelhança com os dois outros, que, como se fossem seres vivos, desempenham papel fundamental na história. Em 1944 a história foi adaptada para o cinema, com Humphrey Bogart e Lauren Bacall nos papéis principais (o filme recebeu aqui o título de Uma Aventura na Martinica) e fez tanto sucesso quanto o livro.


Ernest Hemingway é um grande autor contemporâneo, muito bem falado e premiado pro suas grandes obras, mas ainda não tinha lido nada do autor e como dizem, para conhecer bem um escritor é preciso ler as obras dele e não sobre ele. E ao ver o lançamento da Bertrand de Ter e Não Ter, me interessei e muito na leitura. Não me decepcionei, pelo contrário, me surpreendi pela leitura rápida e fácil que foi e o quanto gostei dela.

Ter e Não Ter parece ser um romance fictício, mas dizem que a partir da segunda parte do livro a narrativa tem muito a ver com Hemingway, que morou em Key West, que velejava em um barco e que também viveu em Cuba; ambientes presentes nesta obra.

Harry Morgan é um homem durão, que precisa sobreviver para sustentar sua mulher e suas duas filhas com seu barco, fazendo negócios lícitos ou não. Os ambientes são diferentes nas três partes do livro, mas o ‘protagonista’ é o mesmo. Harry e seu barco, ao longo da estória, conta sobre suas transações, seus pensamentos, seus diálogos e em outras partes tudo isso é contado por outra pessoa ou por um narrador onisciente. A narrativa flui pela escrita do autor nos colocar na vida de seu personagem tão intimamente com sua escrita tão bem realizada. Harry parece ser o protagonista do romance, mas conhecemos outros personagens ao longo do que vai acontecendo com o ‘pescador’, fazendo assim o livro quase como um livro de contos. Num capítulo Harry está em uma transação com Eddy, um conhecido que vive bêbado e em outro capítulo já temos Albert com Harry em outra negociação.

A narrativa traz pescadores, donos de bares, escritores, prostitutas, esposas, radicalistas, aventureiros e até loucos. Chega ser até difícil escrever sobre esse livro, por ser tão diferente do que costumo ler e tão surpreendente bom. A trama de Hemingway traz diálogos fortes, diferentes, reflexivos e monólogos tão íntimos que é impossível o leitor não se identificar com as palavras que lê.

As ‘aventuras’ de Harry nos deixam apreensivos, pelo menos foi no meu caso, ao torcermos para que dê tudo certo ao personagem. Sabemos que ele tem ‘cojones’ para enfrentar diversas situações em sua sobrevivência, porém essa não é uma história idealista com final feliz, são personagens quase tão reais quanto poderiam ser em uma obra literária e seus finais são tão realistas quanto devem ser.
É uma trama crua, narrando o que poderia realmente ser o cotidiano de um cidadão em Key West ou de uma família vivendo nas proximidades de Cuba com revolucionários roubando o banco da cidade. O ‘cru’ aliado à escrita de Hemingway não causa ojeriza, pelo contrário, traz um choque de reflexões e pensamentos sobre a trama que faz sua estória ficar marcada na mente do leitor, por muito tempo talvez.

Não é uma leitura qualquer, como eu previa, porém não foi/é uma leitura difícil, monótona ou maçante como muitos podem pensar que é. O autor soube muito bem conduzir sua obra ao saber exatamente o que queria dizer ao escrevê-la, acredito eu. Ter e Não Ter é uma leitura ‘madura’ e inesquecível que recomendo a todos, tanto aos que já conhecem o autor quanto àqueles que não.

26 agosto 2014

Lista: Canais no Youtube

Nessas férias e com wi-fi em casa (infelizmente podendo usar apenas no celular), eu tive mais tempo livre (alguns dias inteiros sem fazer nada) e pesquisando vídeos sobre coisas que me interessam, encontrei alguns canais de 'vlogueiros' bem legais, sobre diferentes assuntos que agora pretendo acompanhar sempre que puder. E pra trazer um post diferente para o blog, vim falar um pouco sobre esses canais que também podem interessar vocês, caso ainda não conheçam.

*Cliquem no nomes para serem redirecionados ao canal no You Tube*



Pra quem gosta de DIY esse é um canal recheado de coisinhas lindas, fofas e algumas bem práticas pra se fazer em casa. A Maddu é uma artista plástica de muita criatividade *óbvio.rs* que faz vários DIY bem legais e fáceis de aprender, além de ser super atenciosa e fofa com seus telespectadores, atendendo alguns pedidos dos mesmos, como um DIY na temática de Harry Potter, ou um sobre Guerra dos Tronos (isso mesmo!). Vale muito à pena assistir os vídeos da moça, mesmo ela tendo uma fala um tanto exagerada nos vídeos, não chega a ser irritante, pelo menos pra mim não foi. 

Tiago Belotti (Filmes)

*hahaha*

Esse canal do Tiago é sobre filmes no cinema, filmes antigos, especiais sobre algum ator (ele fez um sobre Robin Williams) e o legal nele é que não vemos uma crítica chata de filmes, sabe?! O Tiago é bem dinâmico e sincero, tanto em falar sobre os filmes como em falar sua opinião sobre eles e em alguns cortes do vídeo ele ainda faz algumas 'interpretações' bem engraçadas! Conheci ele através de outro canal que irei falar mais adiante e foi um grande 'achado'. Lá também tem os 'Top 10' sobre algum tema, são ótimos pra conhecer novos filmes que podem te interessar. Recomendo muito pra quem ama cinema e pra quem não sabe muito sobre também.

Tatiana Feltrin (Livros)


Essa pode ser mais conhecida para alguns aqui. A Tati fala sobre livros, quadrinhos, mangás, faz especiais sobre um tema literário, responde tags e tudo mais. O diferencial nela é sua forma de falar sobre tais temas. A Tati é sincera em suas opiniões, mas não de uma forma bruta ou arrogante, além de ser super fofa e simpática em todos os vídeos. Ela já falou sobre preconceito literário, que foi como eu a conheci e traz uma opinião experiente sobre o assunto e sobre livros em geral, sem soar como 'dona da verdade'. A Tatiana também tem um blog, se chama Tiny Litte Things (link aqui). Outra descoberta nesse mês que amei e estou acompanhando. Vale muito à pena assistir.

***
Gostaram da lista? Já conhecem algum desses canais?! Tem algum canal que acompanha e queira recomendar? Comente aqui <3 nbsp="">

23 agosto 2014

Resenha - Boneca de Ossos

Nome: Boneca de Ossos
Original: Doll Bones
Autor(a): Holly Black
Editora: Novo Conceito
Sinopse: POPPY, ZACH E ALICE sempre foram amigos. E desde que se conhecem por gente eles brincam de faz de conta – uma fantasia que se passa num mundo onde existem piratas e ladrões, sereias e guerreiros. Reinando soberana sobre todos esses personagens malucos está a Grande Rainha, uma boneca chinesa feita de ossos que mora em uma cristaleira. Ela costuma jogar uma terrível maldição sobre as pessoas que a contrariam. Só que os três amigos já estão grandinhos, e agora o pai de Zach quer que ele largue o faz de conta e se interesse mais pelo basquete. Como o seu pai o deixa sem escolha, Zach abandona de vez a brincadeira, mas não conta o verdadeiro motivo para as meninas. Parece que a amizade deles acabou mesmo...

Boneca de Ossos foi uma leitura rápida e surpreendentemente tenebrosa. A estória é para crianças, mas Holly Black conseguiu me aterrorizar com sua boneca tão peculiar e estranha.

Os amigos Poppy, Zach e Alice tem idades parecidas e além de estudarem juntos, eles também brincam juntos. Mesmo tendo uma idade em que a maioria das crianças não brincam mais, as crianças ainda gostam e muito de criar estórias fantásticas com seus bonecos. O garoto Zach tem um pai que sumiu e agora está de volta à sua casa, mas o menino não consegue compreender por que sua mãe o aceitou, pois eles estavam ‘muito bem obrigado’ apenas ele e ela. A menina Alice tem uma avó muito reguladora e rígida com seus horários, ela quase não consegue brincar direito por sempre sua avó ligar para a casa da amiga perguntando sobre sua neta e ordenando que volte para casa. Já a Poppy tem uma liberdade maior e é quase sempre na sua casa que acontece as brincadeiras com as estórias criadas por ela. Mas lá mesmo existe uma boneca muito peculiar, chamada pelas crianças de a Grande Rainha, que de tanto assustá-los com sua forma delicada de porcelana, cabelos desgrenhados e olhos profundos e escuros, eles decidiram inseri-la nas brincadeiras, uma solução para não ficarem tão assustados assim.

O pai de Zach parece não entender ter um filho pré-adolescente ainda brincando com bonecos e acaba os jogando fora. O menino precisa inventar uma desculpa para não poder mais brincar com as duas meninas, que, aliás, estão ansiosas para a continuação da ultima estória que inventaram. E, ao invés de contar a verdade, ele mente dizendo que não quer mais brincar, que não se interessa mais nisso. As duas garotas parecem não entender, claro. Mas numa troca de bilhetes na escola, Poppy parece ter uma grande revelação a contar. Esta revelação que envolve a boneca de ossos trará um novo rumo para a vida das crianças e novas aventuras que elas nunca imaginariam ter.

A estória decorre a partir do momento que a menina Poppy parece ter falado com a boneca, com ela dizendo que a garota precisa enterrá-la perto de sua família. A boneca é realmente feita de ossos de alguém já há muito tempo morto. E assim, a estória que parece bem simples e voltada para o seu público infanto-juvenil demonstra ser mais do que isso. A narrativa já instiga o leitor desde as primeiras páginas. Os personagens são bem reais, pois crianças com seus pais separados, avós rígidas e família grande com irmãos implicantes sempre existem. É uma estória fantasiosa, claro. Mas traz um núcleo bem interessante, que são crianças ainda brincando com seus bonecos mesmo tendo todo um aparato tecnológico à sua volta. Elas amam suas estórias inventadas e as brincadeiras com os bonecos, mesmo não sendo tão novas e é algo bonito de ler sobre.

Além disso, a boneca, o mistério envolvendo ela, os acontecimentos ‘tenebrosos’ que ocorrem ao decorrer da narrativa são bem instigantes e nos levam a não querer deixar a leitura de lado nem por um instante. Black nos traz uma narrativa muito bem escrita, não só para o seu público-alvo, mas também para qualquer leitor interessado numa leitura leve, mas nada superficial aonde crianças irão te conduzir para uma história nada normal, misteriosa e muito empolgante.

21 agosto 2014

Anime: Ano Hi Mita Hana no Namae o Bokutachi wa Mada Shiranai (Ano Hana)



Nome: Ano Hi Mita Hana no Namae o Bokutachi wa Mada Shiranai (ou apenas Ano Hana)
Episódios: 11 + 1 filme (como continuação)
Gênero: Slice of Life, Drama, Romance.
Onde assistir: Anitube, Animeq. Para baixar: Sakura Animes, Anbient TV
Sinopse: Um grupo de seis amigos de infância se separam após um deles, Meiko "Menma" Honma, morrer em um acidente. Dez anos seguintes desta tragédia, o líder do grupo, Jinta Yadomi, isola-se da sociedade e vive recluso. Em um dia de verão, porém, Menma aparece para Jinta, com uma aparência mais velha, pedindo-lhe ajuda para realizar seu desejo. Ela acredita que precisa realizá-lo para cumprir seu destino. Só que Menma não lembra qual era seu desejo, fazendo com que Jinta reúna seus amigos de infância outra vez, pois acredita que eles sejam a chave para resolver esse problema. No entanto, os sentimentos escondidos, os conflitos internos e a persistência dos sentimentos de tristeza pelos pais de Menma, resultam em complicações para o grupo, enquanto eles lutam não só para ajudarem Menma, mas a si mesmos.

 Antes de mais nada, falo logo: prepare seus lenços, porque Ano Hana é feito especialmente para emocionar e arrancar suas lágrimas do início ao fim. A trama é curta (apenas onze episódios) e, talvez por isso, seja bem condensada, sem "enrolações", e "direta ao ponto". Aborda muito bem os dramas particulares de cada personagem, os seis amigos que se afastaram mas que, agora com a volta do espírito de Menma, se reúnem para tentar descobrir o que ela tanto deseja para só então seguir em frente. 
 Como geralmente ocorre nos animes, a emoção é tão bem desenhada nos personagens que é quase impossível não se emocionar junto com eles à medida que seus dramas vão se descortinando com o passar dos episódios, que vai se revelando os dramas do passado, de dez anos atrás que ainda estão pendentes no coração de cada um dos cinco amigos. E não são apenas os problemas do passado que eles tem que encarar - estão presentes também os da própria adolescência: amores não correspondidos, a pressão de ter que entrar numa boa escola, fofocas e etc. E claro, talvez um dos maiores, que é a reconciliação entre melhores amigos depois de anos de segredos e ressentimentos mantidos dentro do peito. E tudo isso é abordado de uma maneira que, ao mesmo em que é delicada e sensível, também é muito profunda, você realmente constrói, em poucos episódios de vinte e quatro minutos, uma empatia muito grande pelo drama de cada personagem. 
 Isso sem mencionar a trilha sonora. Quando assisti a primeira vez, já tendo conhecimento da sinopse e também do que diziam à respeito, e começou a música de abertura as lágrimas já ficaram no canto dos olhos, à espera. Foi feito um "clip" de abertura tão delicado e comovente, ao mesmo tempo otimista e até mesmo animado; uma música linda e suave, que lhe acalma (Aoi Shiori, da banda Galileo Galilei). Outra música, que tocou de muita emoção e que me fez chorar mais do que já estava, é I Left You, da banda Remedios, e é em inglês; uma melodia triste que, na situação em que tocou caiu como luva e emocionou ainda mais; há também a versão apenas instrumental, que também está presente em alguns momentos. 
 Mas uma das mais emocionantes é a música de encerramento, que sempre começa a tocar ainda na cena final, antes do episódio de fato terminar. Se chama "Secret Base - Kimi fa Kureta Mono (10 years after)", de Ai Kayano, Haruka Tomatsu e Saori Hayami; essa música me fez chorar horrores por quase dois dias, toda vez que escutava ela e lembrava do último episódio do anime, de todos o que com certeza mais emociona, justamente por causa do desfecho - que você meio que já espera, pelo desenrolar dos acontecimentos e também porque seria o "natural" a se acontecer, mas que também surpreende pelo modo que acontece e como se desenrola. E ao som dessa música então, é praticamente segurar a cachoeira salgada que desce dos olhos. 
 É de fato uma estória muito cativante, que lhe conquista pelo drama e evolução de cada personagem. Existe também o mangá, de autoria de Mari Okada. que eu nunca li - mas caso alguém esteja interessado, é possível ler no site Manga Host, o site em que acompanho os mangás que leio. 
 Quanto ao filme, é como um episódio especial, um pouco mais comprido, sobre o que acontece aos outros personagens no verão seguinte ao que se desenrola a trama central do anime, e vale muito à pena também. Ele relembra em flashback muitos dos acontecimentos do anime, e é imprescindível assistir aos animes antes, tanto sob o risco de spoiler indesejado quando de você não entender nada da estória. 
O único "porém" que talvez eu possa mencionar, e que não tem a ver com a estória em si, é apenas a voz da Menma, que pode ser um pouco irritante em alguns momentos, especialmente no começo, mas depois você acostuma, pois a estória é tão cativante (como acho que já disse umas mil vezes) que depois de um tempo você está ocupado demais chorando para se importar com a voz dela.
 Espero que gostem!


Tenho 19 anos (apesar de ter gente achando que tenho 13) e por oras pareço ser uma pessoa de meia-idade e em outras uma criança de sete anos. Amo ler e escrever desde muito criança, e desde os nove anos, mais ou menos, alimento o desejo e sonho de ser escritora - e tô seguindo ele com tudo que posso. Dizem que sou avoada e que vivo no mundo da Lua, o que é absolutamente verdade: vivo viajando pra meu mundo imaginário, especialmente quando escuto música. Uma das minhas fontes de inspiração para escrever, além de livros e músicas, são os animes e mangás japoneses, por quais tenho uma grande paixão. As expressões e ações retratadas nos animes me chamam a atenção, e quando assisto, fico pensando em como poderia descrever isso nas tramas que eu mesma escrevo.

18 agosto 2014

Resenha - Derby Girl

Nome: Derby Girl
Autor(a): Shauna Cross
Editora: Galera Record
Sinopse: Bliss Cavendar é fã de indie-rock, tem 16 anos, é adorável e excêntrica, mas vive presa em Bodeen, uma cidadezinha do interior do Texas. A mãe, uma viciada em concursos de beleza, está decidida a fazer a filha vencer o concurso da cidade. Mas Bliss finalmente descobriu uma saída: Roller Derby, um esporte radical, só para garotas estilosas e divertidas como ela. E, junto com machucados homéricos e músicos gatos, vai conseguir algumas lições que até mesmo uma descolada praticante de Derby não pode ignorar!

Derby Girl chegou aqui por uma das trocas via Plus no Skoob (Aliás, recomendadíssimo se você procurar o usuário certo, os livros chegam em bom estado e por um preço bem menor que o da loja) e não me arrependi da troca. Já tinha assistido ao filme "Garota Fantástica" (Mais informações) com Ellen Page e direção de Drew Barrymore, duas lindas que amo conhecer mais trabalhos delas. Me fascinei pela escrita de Shauna e por sua personagem Bliss.

Bliss mora numa cidade pequena do Texas, Bodeen, a cidade considerada mais brega e chata do mundo por uma garota indie, apaixonada por música e brechós. Para piorar, sua mãe, Brooke, já foi uma grande Miss num concurso de beleza da cidade e faz da filha mais velha seu projeto para sua sucessão como vencedora da edição do ano. Bliss quando mais nova participou de vários concursos, mas sempre foi um fracasso total. Aos 16 anos, ela só pensa em sair da tal cidade caipira, junto com sua amiga, Pash, a garota mais lindamente vintage vista. As duas trabalham em uma mesma lanchonete e enquanto precisam aturar o trabalho 'árduo' e nenhum garoto ao menos interessante á vista, elas se divertem caçoando de seus vizinhos e colegas da escola, além de inventarem ótimas paródias com músicas conhecidas por elas.

O que me fez encantar com o livro foi Bliss. A garota é realmente única. Irônica, sarcástica, inteligente na medida certa, idolatra música alternativa (principalmente rock) e ama comprar roupas de décadas passadas, fazendo um estilo totalmente diferente do que podemos ver por aí. Junto com sua amiga Pash, as duas tornam-se hilárias e é uma amizade pra lá de divertida. A narrativa é em primeira pessoa, então vemos tudo do ponto de vista de Bliss, o ponto que me agradou e muito.

Brooke em um belo dia resolve levar as filhas para compras e após um desentendimento entre mãe e filha mais velha (não é raro), a garota volta para casa apenas com um folder que pegou na loja alternativa que entrou e assim toma conhecimento de Roller Derby, um esporte radical praticado apenas por garotas. Após algumas mentiras, ela e Pash conseguem ir ao tal jogo e lá Bliss parece se encontrar num mundo que sempre sonhou: Carinhas estilosos, rockeiros, largados e blasé. Garotas com tatuagens e roupas diferentes. Música boa. E Roller Derby, o esporte de patinação mais louco e interessante que ela já viu. Depois de saber que haverá seleção para novas garotas, Bliss não pensa duas vezes em participar e sonhar com uma vida diferente da que vive atualmente: a vida pacata já era.

O filme é muito fiél ao livro, por isso não tive surpresas durante a leitura; ainda lembrava de todas as cenas dele, mas não foi algo que deixou a leitura cansativa. No livro há o diferencial da estória ser contada na voz de Bliss e assim conhecemos a personagem melhor. É um livro juvenil, sim. Mas diferente dos que já li e traz uma personagem com tantas coisas em comum comigo, que não tive como não gostar! As referências musicais e todos os sarcasmos me agradaram e muito. Os personagens tem seus próprios diferenciais e papéis importantes.

A estória é sobre uma jovem ironicamente divertida descobrindo-se através de um esporte proibido para menores, e que é muito boa no que faz. O primeiro amor, a primeira vez, muitas mentiras e brigas, alguns erros e dramas de uma adolescente que só quer se divertir, fazer algo que gosta e se apaixonar perdidamente ouvindo Ramones no banco de motorista de um carro. Tudo isso compõe a estória de Derby Girl.

Por fim, a edição da Galera Record está impecável. Os títulos de cada capítulo são bem diferentes e divertidos, condizentes com a protagonista. Recomendo a todos que amam um estilo alternativo de pensar e se vestir, além de amar garotas duronas, amigas vintage e um namorado de banda não-recomendável.

16 agosto 2014

Deixe um recado após o sinal...


Oi, sou eu. É, eu disse que não iria ligar mais e sei que também disse que não iria mais querer falar com você, mas preciso colocar pra fora tudo aquilo que ficou entalado na garganta quando terminamos. Você foi mais do que uma decepção e sabe disso. Você não foi o primeiro que me traiu, mas foi o primeiro que prometeu amor eterno e errou comigo, errou feio. Eu não quero perguntar o motivo, sei que não foi culpa minha, eu era tudo o que você queria que eu fosse como namorada, amante e amiga. Talvez esse tenha sido meu erro. Na verdade, meu grande erro foi confiar em você e achar que tudo daria certo quando claramente éramos tão diferente um do outro. Nossos pensamentos, nossos ideais, nossos comportamentos eram tão distantes um do outro que achamos, numa idealização besta, que os opostos poderiam continuar juntos. Eu tentei, realmente tentei me adaptar a você, mas não fizestes o mesmo e claro, procurou alguém que não tentava, mas era o que você queria. Por que iludir tanto, então?! Por que continuar num relacionamento fadado ao término?! Me diz, por que continuar me beijando se você estava com outra em seus pensamentos? O que te faz pensar que ser honesto agora mudaria a mágoa e a humilhação que você me trouxe? Sim, eu estou magoada sim, mas meu orgulho é o mais machucado por aqui. O fato d’eu ter gastado tanto tempo e me esforçado tanto somente para você é o que mais me abala. Você pedia por isso e eu concedia seus desejos. Eu fingia compreender coisas que odiava. Eu mentia dizendo que tudo estava bem ao seu lado. Você também fingia, mas parecia ter sua válvula de escape bem perto. A outra que te fazia melhor do que eu. Eu só me arrependo de ter gastado tantas fichas nessa aposta que nunca daria certo. Você continuará sendo assim até aprender algumas coisas que só seus erros podem te oferecer e aí sim entenderá como eu me sinto, pois sempre haverá alguém para nos decepcionar. Nós vamos superar tudo isso, você mais rápido do que eu; mas espero, sinceramente, que não repita esse erro com outra pessoa. Perder tempo e sentimentos com alguém nunca será bom pra ninguém.

Hey! Esse é um post especial, pois esse mês entrei para um projeto literário com outras 15 blogueiras e vamos todo mês escrever sobre um determinado tema, vai ser tipo aquele projeto de fotografia (5 on 5), mas com textos. O projeto é 16 on 16, pois contém 16 blogueiras participando. Gostaram?! Segue abaixo a lista dos outros blogs participantes. Espero que gostem. *texto totalmente fictício*

Conheça os outros blogs que fazem parte do projeto:
Camyli;  Marlana;  Jade;  Nikki;  Lianne;  Deyse;  Sara;  Ariana Ghiovana;  Gabriela; Thaís; Mari

10 agosto 2014

Pensamentos de ônibus


Algumas coisas só percebemos ao crescer. Há algum tempo atrás seria muito irritante ter minha avó como companhia para sair, em qualquer lugar que fosse. Hoje eu mais do que prezo pela companhia dela e mesmo não saindo mais junto, faço questão de estar em casa ao seu lado, desfrutando da sua companhia tão querida. Não sei se isso acontece com a maioria dos jovens e adolescentes, mas percebo que várias coisas que antes para mim era algo importante, hoje se torna desnecessário. E o que eu tratava como desnecessário, hoje se torna algo mais do que importante. Talvez seja a idade, talvez seja minha personalidade que mudou, algumas coisas sempre ficam com a gente, desde pequenas até morrermos. Outras não. Ainda bem. Acredito que se eu continuasse a agir e pensar como agia e pensava aos 14/15 anos, não teria tantas pessoas importantes em minha vida e talvez caminhasse para rumos não tão bons assim. É aquele velho clichê do aprender com os erros. Eles são necessários e te fazem amadurecer de uma forma extraordinária; mas claro, você precisa querer e tirar o tapa-olho para enxergar aquilo que verdadeiramente importa. E o que verdadeiramente importa?! Não sei. As concepções sobre o que é importante, para mim, é o que te faz bem. Eu posso pensar que passar dias com a minha família, amigos e namorado é o que verdadeiramente importa. Mas outra pessoa pode pensar que estar sozinho em algum lugar paradisíaco é o que verdadeiramente importa. O ‘importante’ é verdadeiramente relativo. Mas aonde quero chegar ao escrever isso?! Não sei. São coisas que num dia qualquer, sentada no ônibus e ignorando o trânsito caótico e problemático da cidade, eu penso sobre. Sobre o quê? Muitas coisas. Desde comprar um vestido com o desafio de usá-lo em dias quaisquer até pensamentos sobre morte. É uma roda-gigante de pensamentos que não pára de rodar e em alguns momentos até esqueço, mas em outros, sentada no ônibus vendo um rapaz ajudando uma senhora ao atravessar a rua ou ao ver uma senhora carregando seu provável neto para passear, eu penso sobre minhas próprias experiências, meus próprios momentos com uma avó tão zelosa e tão especial que eu tenho em casa. São momentos tão rápidos e repentinos que me fazem refletir sobre algo tão profundo e intenso, que me impressiono. É como num filme repetido quando apertamos o botão de acelerar as cenas, onde tudo é visto superficialmente, mas ao já conhecer aquelas cenas, aquilo fica na memória presente e te faz ter uma reação sobre o que foi visto. E o que é importante, volto a perguntar. Ainda não sei. Talvez não seja importante eu estar escrevendo esse texto, mas estou. Talvez não seja importante eu estar lendo tal livro ao invés de ir visitar alguém; mas é o que estou fazendo agora. E talvez não seja nada importante eu pensar sobre o que é importante, mas é o que estou fazendo também. Talvez seja melhor parar de pensar sobre a importância do importante e voltar para o presente.

07 agosto 2014

Resenha - Me Liga

Nome: Me Liga
Original: Gimme a Call
Autor(a): Sarah Mlinowski
Editora: Galera Record
Sinopse: Aos 17 anos, a vida de Devi está de pernas pro ar. Depois de começar a namorar Bryan, negligenciou as amigas, os estudos e, depois que ele terminou com ela, está sem nada: sem perspectiva de uma boa faculdade, sem mais amigas, sem namorado. Se ela pudesse bater um papo com a Devi do passado... O que, após um incidente estranho com seu celular, é exatamente o que pode fazer! Agora que só consegue ligar para a Devi de 14 anos, parece que é finalmente a sua chance de consertar a própria vida. Ela tem o passado – ou melhor, o futuro – nas mãos. É só dar um telefonema.

Me Liga foi um livro que me interessou antes mesmo d’eu conseguir parceria com a editora Galera Record. Sempre tenho interesse em estórias que tratam sobre consertar erros do passado e no que isso pode mudar na vida das pessoas. O livro trata justamente disso e me surpreendeu pela escrita envolver tanto, de uma forma nada superficial.

Devorah Banks está no terceiro e ultimo ano do colegial e prestes a entrar numa universidade não tão conceituada. Tendo terminado seu namoro com Bryan há pouco tempo, ela está não só triste, mas decepcionada com seu futuro que não parece ser muito promissor. Numa saída ao shopping, atrapalhada como sempre, seu celular acaba caindo numa fonte de desejos e ao recuperá-lo e tentar ligar para qualquer pessoa que seja ela termina ligando para si mesma há três anos e meio atrás. Isso bem depois de ter desejado falar consigo mesma no passado para consertar algumas coisas. Logo vê a oportunidade de consertar seus erros, principalmente com Bryan, o garoto mais decepcionante da sua vida - foi praticamente o único em toda ela - e quem sabe consertar também erros com outras pessoas, já que atualmente está sem amigas também.

No começo é difícil a Devi do primeiro ano, caloura, acreditar que está falando com ela mesma. Quem iria acreditar imediatamente que está recebendo ligações dela mesma do futuro?! Mas em um determinado momento fica difícil negar as informações que a menina do outro lado do telefone fala e que só ela mesma conhece. Assim começa a narrativa sobre duas garotas que na verdade é apenas uma e como elas irão lidar com ‘erros’ consertados e suas conseqüências.

A narrativa é intercalada pela Devorah do primeiro ano, a que recebe as ligações, e a do terceiro ano, a que faz as ligações. A Devorah do futuro é alguém amargurada e completamente arrependida de algumas coisas que fez ou deixou de fazer, como começar a namorar Bryan e esquecer todo o resto, inclusive os estudos. Então a primeira coisa que pensa em consertar é em não corresponder às investidas do garoto lindo e apaixonante que é Bryan. É mais do que difícil a Devorah caloura compreender isso, mas escutar a si mesma é algo que não pode ser refutado, não é?! Talvez.

O diferencial nessa obra não é nem tanto o fato fantasioso da viagem ao passado nas ligações, mas sim as mudanças que ocorrem com uma mesma pessoa em tão pouco tempo e o quanto decisões tomadas em um determinado momento podem mudar drasticamente nosso futuro. E o quanto decisões não pensadas também, ou seja, acontecimentos por acaso, também podem mudar e muito nosso futuro.

O livro é juvenil sim, e tem uma escrita bem fácil e leve como deve ser, mas traz uma estória diferente dos demais livros deste gênero. Devorah é uma personagem adolescente como qualquer outra, mas vemos dois lados em dois momentos diferentes nessa estória: A que está começando algo e a que está terminando. E o quanto ela muda neste meio tempo, o quanto aprende consigo mesma, não só pelas ligações feitas no futuro, mas também por suas próprias conclusões tiradas ao longo dos acontecimentos da estória.

Me Liga foi uma leitura bem rápida, logo depois da confusão que são as primeiras ligações, a autora com sua escrita fluida nos leva ao interesse pelo o quê irá acontecer com essas ‘duas’ garotas e o final que elas irão ter depois dessa grande experiência maluca e extraordinária. Não se trata de consertar um erro em um relacionamento apenas, mas de olhar para além de somente um erro e olhar além de si mesma, pois algumas decisões que achamos que irão nos afetar apenas, podem trazer conseqüências aos que estão ao nosso redor.
Por fim, é uma edição linda, a editora traz um trabalho muito bem feito e recomendo muito a todos.

05 agosto 2014

Sorteio: Kit de marcadores e bottons


Quem aqui não gosta de alguns brindes e mimos?! Confesso que sou apaixonada por eles! Então resolvi trazer um sorteio de marcadores e bottons relacionados à livros. São 20 marcadores e 9 bottons. As regras são bem fáceis e este é um sorteio independente.

REGRAS:
- Ter endereço de entrega no Brasil
- Seguir o blog via GFC

a Rafflecopter giveaway


OBSERVAÇÕES
- O sorteio será realizado em até 10 dias após o término
- O vencedor terá 1 semana para responder o e-mail com seus dados
- O envio será feito em até 30 dias após o envio dos dados

03 agosto 2014

Resenha - Sangue

Nome: Sangue: vida, morte, destino
Original: Blood
Autor(a): K. J. Wignall
Editora: Bertrand
Sinopse: "Blood" (Mercian Trilogy #1) — 1256. Will estava destinado a ser o Conde de Mércia, mas não viveu o bastante para herdar o título, já que foi acometido por uma estranha doença aos 16 anos de idade. Mesmo assim, apesar de sua morte – e de seu enterro –, ele não está nada morto. Ao longo das páginas, o leitor vai compreender um pouco sobre esta condição de Will. Descobrir que ele está existindo entre a vida e a morte. Ocasionalmente hiberna, sempre esperando que a morte lhe chame e, toda vez que desperta, enterrado no solo, tem uma breve lembrança do primeiro pânico que sentiu em 1349. Sangue apresenta como um de seus principais diferenciais o fato de ser mais macabro e sombrio do que as obras atuais do gênero. Para Wignall, o romantismo é importante, mas nunca deve se sobrepor ao enredo. Assim, ele elaborou cenas angustiantes, como as que o protagonista enfrenta sempre que desperta das hibernações, além de ambientes sinistros e escuros e personagens bem-construídos, perversos e sem escrúpulos. 

Esse lançamento da Bertrand me interessou imediatamente por se tratar de vampiros. Ainda mais com o propósito de resgatar a história de Drácula, o vampiro que, dizem, existiu de verdade e foi um grande conde na sua época. A estória não decepcionou, mas foi diferente do que tinha imaginado.

O conde de Mércia, William, contraiu uma grave doença em 1256, logo após as bruxas serem caçadas e queimadas em uma grande fogueira. O conde foi enterrado tido como morto. Porém, ele permanecia vivo. Mas agora estava diferente, ele não era um ser humano qualquer; agora Will tinha sede. Sede de sangue.

Porém Will não conhecia sua verdadeira e nova natureza tão bem assim. Viveu de hibernações, com grandes períodos estando enterrado e apenas saía por algum tempo para saciar sua sede e conhecer o mundo à sua volta que constantemente mudava. Apenas por volta de anos após ter se transformado nessa nova criatura, ele pôde mais ou menos ler sobre a sua condição de vampiro, ou como ele prefere dizer, morto-vivo. Mas as estórias contadas e escritas sobre essas criaturas da noite não trazem informações verdadeiramente completas sobre ele. A estaca de madeira não o mata, o alho não o enfraquece. Apenas o fogo o desestabiliza. William quer conhecer o seu criador e por que dele ter feito aquilo. Por que justamente ele?! Que propósito teve essa transformação?! Qual o seu destino nesse mundo, onde está aprisionado?!

Nesta ultima hibernação Will acorda numa tumba de uma igreja e sua primeira e única vítima é Jex. Um garoto não muito mais velho que ele (Will tem 16 anos há 750 anos) e que parece conhecer algo relacionado ao conde, pois em seu caderno de anotações há mensagens sobre o conde de Mércia e outras pessoas que podem fazer parte da vida do morto-vivo, incluindo uma garota.

Sim, há uma garota e sim Will a conhece e acaba ficando ao seu lado. Mas não há um foco em nenhum romance, não um foco completo, pelo menos. A história de Will é mais focada aqui, sua condição de vampiro o tortura por séculos e séculos e as dúvidas por conta da sua ‘criação’ também. Ele busca aquele que o criou e precisa de respostas; os mistérios envolvendo sua história são vários e ao longo da narrativa temos alguns esclarecimentos; mas bem poucos.

É o primeiro da trilogia, então é esperada essa ‘introdução’ na vida de Will, na apresentação dos personagens importantes e na jogada de mistérios que irão ser desvendados ao longo dos livros. Não é uma obra carregada de ações imediatas e grandes acontecimentos. É mais voltada às descobertas de Will nessa nova saída de hibernação no século XXI e no seu encontro com pessoas que irão mudar sua vida daqui em diante, pois tudo parece estar mudado nesse novo ‘acordar’ do conde.

A narrativa é em terceira pessoa, mas intercala com algumas passagens de Will nos contando suas experiências passadas e sobre o que está acontecendo com ele. O conde de Mércia é um vampiro amargurado e conflituoso com suas tantas interrogações sobre o que lhe aconteceu, então não espere uma estória sangrenta e cheia de seres sobrenaturais logo no começo. Mas é uma obra interessante e diferente do que já li sobre vampiros. Há não só vampiros, mas também bruxos, feiticeiros e quem sabe mais criaturas sombrias. Há também profecias, seres humanos ligados a essas criaturas misteriosas que também são importantes na estória.

É o primeiro livro da trilogia como dito anteriormente e a narrativa foi bem fluida e interessante, por diferenciar de outras sobre vampiros que já li. O final deixa vários fios soltos para serem entrelaçados nos próximos livros e estou muito ansiosa por eles.

02 agosto 2014

Reformas no blog e Pesquisa de Opinião

HEY! Cá estou eu fazendo novas modificações no blog, espero que gostem :} A principal foi a encomenda da 'menininha' pro blog, que irá ficar por um bom tempo por aqui. Estava querendo muito um cabeçalho definitivo (ou que ficasse por muito tempo aqui) e precisava encontrar alguém que fizesse a ilustração exclusiva e por um bom preço. A Cássia Vincentin do blog Procurei em Sonhos me recomendou a Camila Teixeira da página Brocoliiis, que foi muito compreensiva e fez o trabalho em pouco tempo. Amei o resultado, foi do jeitinho que eu imaginei e recomendo muito o trabalho dela *cliquem no nome da página para ir até ela* Daí pensei em também mudar o layout do blog também. Porém, não encontrei alguém pra fazer logo ele. Ficou pra segundo plano. Acredito que com calma eu vou pesquisando quem realiza esse trabalho e talvez eu faça a encomenda. Por enquanto, fiz algumas modificações no layout antigo. Também já tinha pensando em deixar o blog mais 'clean' ainda do que ele estava; e no meu caso, os layouts que gosto sempre são os mais simples, então fiz apenas algumas modificações por aqui. Espero mesmo que gostem das mudanças. Espero trazer mais novidades ainda por aqui em breve.


Terminada a breve explicação da reforma, resolvi realizar uma nova Pesquisa de Opinião pro blog. Tinha feito uma há uns dois anos atrás, eu acho. E como o número de seguidores tanto aqui quanto na fanpage do blog aumentou, achei que seria bom realizar uma nova. São perguntas bem simples e você responde tudo em pouco tempo. É importante vocês responderem para haver (ou não) novas mudanças no blog e para eu conhecer melhor o meu público querido ><



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