29 junho 2014

Resenha - O amor não é para mim

Nome: O amor não é para mim
Original: L`amore non fa per me
Autor(a): Federica Bosco
Editora: Bertrand Brasil
Sinopse: Monica está de partida para a Escócia, onde seu príncipe encantado, Edgar, a espera. Todos os seus sonhos estão prestes a se realizar: vai viver com o homem que ama, seu livro será publicado e a perspectiva de uma nova carreira a deixa bastante empolgada. Mas, de repente, tudo ameaça ruir.
Além disso, a convivência evidencia os “pequenos defeitos” de Edgar, o relacionamento com a sogra é turbulento e, de vez em quando, David, uma antiga paixão, manda mensagens sedutoras… Conseguirá Monica finalmente encontrar o equilíbrio e reconquistar a felicidade?
Em O amor não é para mim, Federica Bosco acrescenta um novo e divertido capítulo à história de Monica, a mesma protagonista de Sou louca por você, e explora toda a sua irreverente e saborosa ironia, elaborando um romance leve e comovente sobre os sentimentos e desejos das jovens mulheres – pelo menos daquelas que não param de sonhar com o grande amor.

O amor não é para mim chegou de cortesia da Bertrand sem eu saber que era uma continuação as aventuras de Monica , sendo este os segundo livro. Porém, isso não dificultou em nada a leitura do livro que foi, além de tudo, muito divertida.
 
Monica se separou de David após descobrir o traíra que ele foi com ela durante seu relacionamento. Agora está indo para Escócia, ao encontro do seu namorado Edgar, que parece ser um príncipe encantador que também irá ser o responsável por publicar o primeiro livro de Monica: O jardim dos ex. Mesmo tendo conhecido ele apenas por alguns meses, Monica está decidida em seguir em frente com a ideia de morar com Edgar e fazer deste relacionamento algo duradouro. Infelizmente, nem tudo são flores no quesito 'amor' e ter conhecido seu 'príncipe' por apenas alguns meses antes de morar com ele é um fato mais do que preocupante no convívio entre os dois.
 
Monica parece ser a típica protagonista dos romances chick-lit que lemos por aí, mas acredito que ela é diferente no quesito da neurose e do humor. Com mais de 30 anos de idade, Monica está desesperadamente querendo um relacionamento sério e se preocupa em todos ao seu redor perguntar quando terá filhos ou como anda a vida amorosa dela. Bem, ao chegar na Escócia, numa pequena cidade de lá, com muitos poucos habitantes, Monica se vê numa situação completamente diferente do que antes vivia em Nova Iorque. Achando que a mudança será mais do que benéfica em sua vida, agora com namorado e livro sendo publicado, Monica não acredita quando tudo começa ir de mal a pior. Principalmente com Edgar, que além de ter uma mãe sempre por perto, tem uma vida e manias que só agora Monica está conhecendo.
 
Nossa protagonista é hilária. Neurótica, ultrarromântica, algumas vezes mimada e muito sortuda, ela algumas vezes pode irritar o leitor que não se agrada com o exagero que ela traz à algumas situações ou a importância que dá aos detalhes que não deveria importar. Porém, ao decorrer da leitura estamos sempre torcendo pelo melhor da moça que tanto quer sua vida num caminho de sucesso e felicidade, principalmente na vida amorosa.
 
Edgar é um caso à parte. Ele é a prova de que não devemos, em hipótese alguma, mergulharmos em uma decisão de ir morar com alguém sem antes ter algum convívio com essa pessoa. Sendo mais velho que Monica, Edgar traz a morte de sua amada e perfeita esposa o assombrando, de uma forma realmente difícil de aceitar, já que agora ele está com Monica e deveria (deveria) estar inteiramente no novo relacionamento. Não é isso o que acontece.
 
O humor está em todo a obra de Frederica, com certeza ela soube trazer uma estória que poderia ser mais um chick-lit banal para uma leitura agradável e instigadora até. Me vi apegada por Monica e pelo que iria acontecer em seguida com ela e as pessoas ao redor e acredite, me surpreendi com alguns acontecimentos.
 
A edição da Bertrand está perfeita, sem erros ortográficos e com uma diagramação bem condizente com o que o livro traz. Monica é um personagem que irá ficar na mente do leitor como um exemplo do que NÃO fazer em um relacionamento ou em sua vida, mas assim como nós, ela também amadurece com seus erros. E o final do livro, sendo mais do que realista, foi algo que realmente me agradou. Não tendo ilusões ou aquele típico final feliz, porém, ainda temos mais um livro da trilogia de Frederica, vou aguardar pelo que vem no terceiro e com certeza pretendo ler o primeiro. A autora tem uma escrita fluida e mesmo com alguns diálogos um tanto 'fora do normal' (não sendo algo que costumamos ouvir em conversas espontâneas), a leitura foi bem agradável, trazendo diversão e até mesmo reflexões sobre alguns pontos de nossas vidas, através de sua protagonista tão única.
 
Recomendo à todos os fãs de um bom romance não romântico, mas divertido e bem escrito.

23 junho 2014

Resenha - Colin Fischer

Nome: Colin Fischer
Autor(a): Ashley Edward Miller, Zack Stentz
Editora: Novo Conceito
Sinopse: Resolvendo o crime. Uma expressão facial por vez. O ano letivo de Colin Fischer acabou de começar. Ele tem cartões de memorização com expressões faciais legendadas, um desconcertante conhecimento sobre genética e cinema clássico e um caderno surrado e cheio de orelhas, que usa para registrar suas experiências com a MUITO INTERESSANTE população local. Quando um revólver dispara na cantina, interrompendo a festinha de aniversário de uma das garotas, Colin é o único que pode investigar o caso. Está em suas mãos provar que não foi Wayne Connelly, justamente aquele que mais o atormenta, que trouxe a arma para a escola. Afinal de contas, a arma estava suja de glacê, e Wayne não estava com os dedos sujos de glacê…


Colin Fischer não me surpreendeu, mas não foi uma leitura ruim, pelo contrário, ele foi exatamente o que eu esperava do livro e do personagem principal. Uma leitura rápida e divertida, Colin me cativou do começo ao fim.

Colin tem uma doença não muito conhecida pela maioria e sempre confundida com autismo. O garoto simplesmente não gosta de ser tocado, nem pela sua família, que precisa pedir permissão antes de um singelo abraço. Ele é admirador de grandes detetives da literatura mundial, o principal sendo Sherlock Holmes do nosso querido Sir Arthur Conan Doyle. Como adolescente, já imaginamos como é a vida de Colin no ensino médio, recheado de piadinhas para com seu jeito ‘estranho’, suas manias mais estranhas ainda e sua forma de falar com as pessoas. O bullying reina, principalmente com um dos valentões burros da escola Wayne Connely.

Porém, após um disparo de arma de fogo em meio a uma comemoração de aniversário de uma colega de classe, uma das poucas pessoas que fala com Colin e parece o entender, Colin é despertado para o mistério que ronda sobre quem foi o verdadeiro culpado do disparo, o verdadeiro sujeito que levou a arma para uma escola.
A estória é permeada de alguns clichês clássicos do High School americano, mas esse fato não tira de Colin Fischer sua singularidade. Colin é aquele personagem diferente, muito inteligente e bastante divertido com algumas atitudes peculiares que traz consigo e que as tem como atitudes normais. O foco narrativo deveria ser no mistério que ocorre com o incidente, mas Colin é nosso protagonista que faz uma estória não tão interessante assim tornar-se instigante na medida certa.

O enredo é bem construído em volta de Colin, sua família e seus colegas da escola. O mistério pode não ser tão misterioso para alguns, mas acredito que foi bem construído e o final surpreende na medida certa, pois o livro não é um romance policial à lá Agatha Christie ou Sidney Sheldon, mas sim um Young Adult bem diferente do que estamos vendo ultimamente.

No mais, a edição é linda, a capa muito condizente com a estória. Não encontrei erros gramaticais e a diagramação está muito bem feita pela Novo Conceito. Recomendo à todos os fãs de YA, de personagens nerds e peculiares na medida certa, que irão te fazer ou amá-lo ou odiá-lo, mas que no fim, ainda lhe trará boas risadas.

18 junho 2014

A Arte de Fabiana Shizue

Shizue é formada em Design Gráfico pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo, e, antes mesmo do término do curso, optou por trabalhar exclusivamente com ilustrações. Segundo a mesma em entrevista para a revista ilustrar “As coisas que desenho são bem aleatórias, mas giram em torno do cotidiano. Mas mais voltado à natureza.” ela também afirma ter certa predileção pelo minúsculo, pelos detalhes “tudo que é natural, esquecido, pequeno ou discreto eu gosto de observar”. Ah, e nós agradecemos seu olhar sobre o ínfimo Fabiana!

Segue algumas ilustrações que encontrei desta talentosíssima ilustradora pela web:



13 junho 2014

Resenha - Sonho de Uma Noite de Verão - Mangá Shakespeare

Nome: Sonho de Uma Noite de Verão - Mangá Shakespeare
Autor(a): Kate Brown
Editora: Galera Record
Sinopse: “O caminho nunca é fácil para o amor verdadeiro”. Essa comédia romântica é a comprovação de uma das citações mais conhecidas de Shakespeare. A história se passa com quatro jovens prestes a desafiar as regras hierárquicas de Atenas em uma floresta habitada por fadas. E quando uma poção do amor faz com que os jovens se joguem nos braços uns dos outros, o caos da paixão e a última consequência.


Esse foi a terceira obra de Shakespeare que li e não foi especificamente a obra em si dele, pois foi em forma de Mangá, mas como o mangá trouxe a tradução literal e original da escrita de Shakespeare, foi como eu tivesse lido mais um livro dele.

Como forma de mangá a obra shakespeariana foi mais ainda interessante de ler. A estória em si tem seu teor um tanto humorístico e se fôssemos comparar com algum gênero atual, com certeza esse seria como uma comédia romântica de Shakespeare. Os desenhos voltam trazem a obra para um ambiente atualizado, o que não tira a beleza da erudição da escrita antiga em Shakespeare.

É uma estória para os amantes românticos, definitivamente. E com certeza irá arrancar suspiros e algumas risadas ao longo da leitura. Os elementos da comédia romântica estão todos presentes ali: os desencontros, os antagonistas que tentam impedir o casal a ficarem juntos, as cenas de humor entre esses desencontros, etc.

A peça original, se lida antes do mangá, irá trazer uma curiosidade que o gênero mangá irá satisfazer: a concretização de como as cenas e os personagens estão agindo e se expressando ao decorrer da narrativa. Os desenhos estão muito bem feitos e trazem maravilhosamente as expressões dos personagens de uma forma que o leitor visualiza muito bem o que está sendo narrado na peça. Seria como a peça sendo vista não num palco de teatro, mas nas páginas do livro, em cada desenho exposto.

O que me desagradou um pouco, bem pouco mesmo, foi a edição não ter a capa com as 'orelhas' e os desenhos coloridos serem só nas primeiras páginas da apresentação dos personagens. Acredito que ficaria belíssimo o mangá em capa dura e com todas as ilustrações coloridas. Mas isso não influencia tanto na leitura desse clássico singular de Shakespeare em forma de mangá e muito menos diminui o trabalho muito bem feito da editora.

Foi uma leitura rápida, mas não menos substancial. Recomendo à todos os fãs do autor, à todos os fãs de mangá e comédias românticas.

10 junho 2014

Sorteio: Um Caso Perdido


Yey! Mais um sorteio no blog, agora com um lançamento da Galera Record: Um Caso Perdido. Pra quem leu a minha resenha, sabe que amei o livro e agora um dos leitores daqui tem a oportunidade de também se maravilhar com essa estória intensa.

REGRAS:
- Ter endereço de entrega no Brasil
- Seguir o blog via GFC


a Rafflecopter giveaway



OBSERVAÇÕES:
- O envio do e-mail para o vencedor será feito em até 1 semana após o encerramento.
- Caso o e-mail não seja respondido em até 5 dias, ocorrerá um novo sorteio.
- O envio do exemplar está a cargo da editora e será enviado em até 30 dias após o envio dos dados do vencedor.

Boa sorte!



06 junho 2014

Resenha - Caçadores de Tesouros

Nome: Caçadores de Tesouros
Autor(a): James Patterson e Chris Grabenstein
Editora: Novo Conceito
Sinopse: CAÇAR TESOUROS? ENFRENTAR PIRATAS? MOLEZA! ESSA TURMA É RADICAL! Os pais de Bick Kidd são caçadores de tesouros mundialmente famosos, que desapareceram misteriosamente. Agora, Bick e os seus irmãos Beck,Tommy e Tempestade precisam cumprir a última grande missão de seu pai e sua mãe. Mas a vida dos garotos corre perigo agora que eles estão sozinhos no meio do oceano. Junte-se a esta aventura, na mais perigosa e divertida caçada da sua vida!

Caçadores de Tesouros foi uma linda surpresa do selo #irado da Novo Conceito. Em capa dura e cheio de ilustrações o livro era mais do que interessante para mim, além de prometer uma aventura realmente irada *risos* Não decepcionou, pelo contrário, James Patterson me surpreendeu de uma forma realmente boa me fazendo estar ansiosa para o lançamento do segundo livro da série.
 
Os Kidd sempre estão viajando por aí com seu pai e mãe que trabalham navegando por mares e terras distantes descobrindo tesouros e os negociando com um comprador pra lá de estranho. Mas durante uma tempestade, com sua mãe já separado, as crianças também perdem seu pai e agora precisam continuar o 'negócio da família' sozinhos. A partir daí, Bick e Beck (gêmeos) Tommy e Tempestade precisam enfrentar sozinhos algumas aventuras nada normais durante suas viagens e sua busca por respostas quanto ao seus pais.

Nosso pequeno narrador é Bick, tido como o escritor da família. E nossa ilustradora é Beck, a artista dos Kidd. Tommy é o mais velho, também o mais bobão da família, porém, o mais famosa entre as garotas da sua vida. Tempestade é a 'sabe-tudo' dos Kidd e tem uma memória fantástica que a faz lembrar de tudo o que vier à sua mente, seja uma lembrança ou algum dado que leu sobre. Assim, apresentada a família Kidd, temos as aventuras que eles irão enfrentar e muita água à navegar.

Patterson me surpreendeu com sua escrita tão fluída e quase como se tivesse mesmo sido escrito por uma criança. Ele traz famosas aventuras infantis persistentes na trama e personagens realmente interessantes na narrativa. Os Kidd não são qualquer família e isso traz um diferencial importante na obra.

As ilustrações são um show à parte. Trazem o leitor mais jovem para o interesse sobre a narrativa, que não é tão curta assim. As ações e aventuras acontecem a todo momento e pra quem leu Desventuras em Série, irá me entender, quando novamente comparo uma aventura infanto-juvenil à essa série. É inevitável não pensarmos naquela família tão característica com suas aventuras um tanto drásticas e lamentosas ao lermos essas novas obras do mesmo gênero. Caçadores de Tesouro tem seu diferencial sim, mas tem suas semelhanças com os livros de Sticky.

Por fim, não querendo me prolongar demais aos comentários elogiosos, Caçadores de Tesouros é uma genuína obra da aventura infanto-juvenil e para o público que é direcionada e até para os mais velhos, é uma leitura divertida, harmoniosa e muito instigante. Do começo ao fim.

01 junho 2014

Resenha - Um Caso Perdido


Nome: Um Caso Perdido
Original: Hopeless
Autor(a): Colleen Hoover
Editora: Galera Record
Sinopse: Às vezes, descobrir a verdade pode te deixar com menos esperança do que acreditar em mentiras... Em seu último ano de escola, Sky conhece Dean Holder, um rapaz com uma reputação capaz de rivalizar com a dela. Em um único encontro, ele conseguiu amedrontá-la e cativá-la. E algo nele faz com que memórias de seu passado conturbado comecem a voltar, mesmo depois de todo o trabalho que teve para enterrá-las. Mas o misterioso Holder também tem sua parcela de segredos e quando eles são revelados, a vida de Sky muda drasticamente.


Um Caso Perdido é uma das apostas da editora Galera Record e chegou de surpresa pra mim. Ainda bem. Logo antes de começar a leitura li muitos elogios quanto ao livro e as expectativas, mesmo sem querer, ficaram bem altas. E sim, ele atendeu as altas expectativas e até as ultrapassou.

Sky tem uma vida sem tecnologia por conta da sua mãe, Karen, que a proíbe de usar ou ter qualquer aparelho tecnológico e ainda estudar em escola (Sky estudava em casa, até então). Sua vizinha Six é sua única e melhor amiga e as duas sempre convidam diferentes garotos para entrarem em seus quartos pelas janelas de suas casas. Mas Sky, diferente de Six, não se entrega totalmente aos rapazes. Na verdade, a garota é completamente apática em relação a eles e na hora dos beijos e ‘mãos-bobas’, ela conta as estrelas grudadas em seu teto para se distrair. É exatamente por isso que ela permite garotos fúteis e bonitos entrarem em seu quarto: ela nunca sente nada com eles e espera um dia sentir alguma coisa com algum rapaz, já que comprovou não ser lésbica também. Numa ida ao supermercado, um garoto que está de volta à cidade a encara por bastante tempo para considerá-lo intimidador. Porém, o rapaz com a tatuagem ‘Hopeless’ (Caso perdido) também é incrivelmente lindo e sexy. Numa mistura confusa e incrível de sensações sobre esse garoto, Sky irá se ver numa situação nada apática e sentir mais do que deveria sentir com alguém. Os dois, quando superarem alguns desentendimentos, irão se descobrir através de uma história profunda sobre seus passados e sobre seu presente juntos.

Não quero falar mais sobre o enredo em si do livro, pois temo escrever spoilers. Não quero que vocês, leitores dessa resenha, saibam nada antes de pegar o livro para ler, pois esta resenha tem uma única mensagem: LEIA ESTE LIVRO O QUANTO ANTES.

O começo da narrativa é bem centrado no par romântico, na conquista, nas descobertas com um e outro (Sky e Holder) e isso sendo tão presente não me pareceu um fator tão maravilhoso para tantos elogios que li sobre a obra. Porém, as páginas contando sobre o casal não foram tediosas, pelo contrário, o romance se construiu de uma forma convincente. Há uma atração instantânea, mas ela não é levada como ‘amor eterno’ logo de primeira, o que trouxe uma característica realista com esse núcleo.

O ponto chave para meu interesse aumentar substancialmente foi a primeira digressão (volta ao passado, flash back de algum personagem numa trama) exposta no livro. Ali é Sky se lembrando de uma cena em sua infância que se torna a ‘agulha no palheiro’ que precisa ser encontrada. Ou seja, o passado que irá mudar completamente o presente da trama.

Fora algumas cenas um pouco ‘melosas’ demais ou alguns palavrões que achei totalmente desnecessários nos diálogos, a trama se desenvolve muito bem e foi muito bem escrita. O drama aliado ao romance sensual foi algo novo presente em Um Caso Perdido que não costumo ler em tantos outros livros. Percebi na construção dos personagens características lúdicas sobre suas situações e suas histórias particulares, suas personalidades são condizentes com o que lhes aconteceu e esse é outro ponto favorável no livro.

Confesso que achei o final um tanto apressado com o decorrer dos acontecimentos, porém, teve seu lado bom, pois a leitura ficou insuportavelmente INdispensável. Não quis largar a leitura até chegar um ponto mais ‘calmo’ na trama e poder dormir em paz sem pensar tanto no que iria acontecer em seguida. O desfecho não é nada ilusório ou idealista demais, outro ponto positivo para uma narrativa que se propõe em explorar tanto drama. A classificação é para maiores de 16 anos e não é à toa.

Por fim, Um Caso Perdido é uma obra indispensável para os apaixonados em casais românticos problemáticos, histórias escondidas e segredos obscuros que não sabemos se queremos desvendar ou não.
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