27 fevereiro 2012

Na minha estante #1

Volto aqui para o primeiro post relacionado ao projeto Os livros viajantes, que surgiu com a Thamies Marinho enviando o livro Marina de Carlos Ruiz Zafón para a Anne Beatriz, depois de ter ganho da Jade Amorim, num amigo secreto. Logo depois, elas me convidaram para participar do projeto, que consiste no empréstimo de nossos livros entre nós, fazendo-os viajar pelos estados que moramos, assim lemos os livros que queremos ler, conhecendo novos autores e claro, economizando no dinheiro. 
E nesse primeiro post relacionado ao projeto, iremos apresentar nossas estantes a vocês leitores e também a nós mesmas, para depois solicitar uma a outra o livro que queremos ler. A Anne já fez seu primeiro post apresentando a estante dela, vejam aqui, é pra babar! rs 
Então, vamos aos meus livros, que não são muitos :/ 

Primeira saga que li na vida, e confesso que foi essa que me impulsionou a ler mais. Não tenho vergonha de dizer que gosto de Crepúsculo, sou uma garota cheia de clichês e gostos estranhos e por mais que ame um vampiro à la Anne Rice, não me incomodo com o Edward brilhar. rs

Box de livros da Agatha Christie - O natal de Poirot, O assassinato no Expresso Oriente e Cai o Pano(que ainda não li)

25 fevereiro 2012

Amor e outras drogas


Amor e outras drogas que somos viciados. Sim, por que somos viciados em amor, e não falo do amor em geral, no sentido de amar, qualquer um ama; mas falo daquele amor, com aquela pessoa especial, que vai te fazer companhia nos momentos bons ou ruins, aquele amor que vemos nos filmes e novelas e ficamos doidos para ter, quando não temos um, é claro. 
Esse tipo de amor nos vicia, eu canso ás vezes de escrever sobre isso, mas no final sempre acabo falando sobre amor e sempre leio sobre ele; por tudo quanto é lado lemos sobre o amor, sobre o quanto pessoas amam, ou querem ser amadas entre outras coisas. O ponto é, somos viciados em amor, quando não temos aquele alguém especial para amar queremos um, quase desesperadamente, e quando temos, queremos muito a pessoa, queremos mais do que podemos ter. É complicado esse meu ponto de vista, mas resumindo: Ter alguém para amar não é tudo. Claro que viver um romance lindo, cheio de contratempos mas com um final feliz ou pelo menos satisfatório é sempre bom ter. Mas vamos parar um pouco com os dramas e frases melosas no Tumblr?! Eu não sei vocês, mas ás vezes essa carência toda cansa. Eu me repreendo ás vezes por me mostrar tão carente. Afinal, tem outras coisas importantes na vida, outras drogas que podemos nos viciar, assim como o amor é uma droga que já nos viciou; como os amigos, ou o que mais gostamos de fazer, seja ler, escrever ou jogar video game, também podem se tornar vícios, e digo vícios bons ok?!
Eu não estou dizendo que não devemos desejar amar alguém, por que isso é antigo e clichê; eu desejo viver um grande amor, não tenho vergonha disso e ainda acredito em casamentos e constituir família com alguém, etc. Só estou dizendo que falar só sobre isso cansa, e ler só sobre isso também cansa. Amor é o sentimento mais lindo que podemos ter, mas viver depressivo e carente por que ainda não encontrou aquela pessoa que irá mudar sua vida completamente, também não dá.
Tá na hora de focarmos mais em nós mesmos, naquilo que gostamos, naquilo que queremos. Conquistas pessoais são muito bem vindas, conquistas financeiras ainda mais; fazer faculdade, trabalhar e preservar amizades também é importante. 
Pra quem ainda não têm aquele amor, de acreditar em almas gêmeas e tudo, acredite, ele chega, não o procure, ele não gosta de ser encontrado, ele gosta de surpreender. E pra quem já têm o amor da sua vida ao seu lado, não exija tanto assim, não queira que tenha um 'final feliz' sempre em certos momentos. Afinal, se trata de dois seres humanos, falhos e sensíveis. 
Temos sonhos e desejos que vão além de encontrar a 'outra metade da laranja', felicidade não depende só disso, claro que ajuda, mas não é SÓ isso.
Vamos nos viciar em outras "drogas"? Afinal, existe chocolate pra quê?!

Mil 'obrigadas' a todos que comentaram aqui no post de aniversário, amei todas as felicitações, tanto aqui, como no facebook(pra quem me tem lá também, e quem não tem, pode adicionar u.u rs) e no twitter; vocês são uns fofos e obrigada mais uma vez!
Postei esse texto no blog O quanto Quiser, e estou postando aqui por...É, tô sem inspiração no momento; e prometo responder os comentários do post anterior assim que puder >< Até mais!

22 fevereiro 2012

18


Parece que foi ontem que estava numa praça perto de casa andando numa bicicleta com rodinhas indo comprar pipoca junto com minha avó. Eu não esqueço os dias em casa assistindo desenhos animados e brincando de escritório (é eu não fui uma criança normal, preferia cadernos a bonecas). Ainda lembro de minhas primeiras descobertas, minha primeira paixão platônica e minhas primeiras decepções. E parece mesmo que foi ontem, o tempo passou tão rápido que parece que alguém clicou no botão que acelera o tempo em minha vida, por que agora eu sinto que tudo ocorreu tão depressa.
E não é novidade de que mudei, mudei tanto que nem eu mesma me reconheço ás vezes. E isso é bom em alguns momentos, em outros tenho medo de ter perdido minha ‘essência’, mas no fundo sei que ainda sou a mesma em alguns aspectos.
Eu queria voltar no tempo, não para mudar as coisas, e sim para apreciá-las mais devagar. O jardim escolar e o sonho de ter a casa da Barbie, o ensino fundamental e o primeiro amor, o ensino médio e a primeira nota baixa em matemática. Os aniversários nem sempre com festas, os natais quando ainda havia comemorações decentes, as saídas com os amigos, as conversas com a família. Carrego tudo aqui dentro, numa bagagem que parece ás vezes pequena, mas quando a carrego dá pra ver o peso que ela tem.
 Não sei se com 18 eu já sou uma adulta, me sinto adulta já agora, por que as responsabilidades chegaram cedo. E vêm mais por aí, eu sei. Se eu pudesse parar o tempo por um instante, acho que faria agora. Só mais uns instantes irresponsáveis de adolescente, eu peço... Mas até parece que vou fazer 50 anos!Que boba estou sendo. Mesmo se estivesse fazendo 50, 60 anos, a juventude está dentro de nós não é mesmo?!

Então, seja bem-vindo 18, que as promessas de mudanças que tu tens não fiquem só idealizadas. Por que eu te espero faz um tempo, e estava mesmo precisando que viesse logo, parecia presa aos 17 uma eternidade. Eu não espero nada em especial, é só mais um ano que irei acrescentar, eu só espero que seja.

*E parabéns a mim \o/ Since 23.02.1994*

Tem texto meu no blog O Quanto Quiser, visitem!

21 fevereiro 2012

Playlist: Anti-Carnaval

Não sei vocês, mas eu não gosto nenhum pouco de Carnaval, a festa em si, por que o feriado é ótimo. E pular carnaval, ao som de axé, forró, melody(no caso da minha cidade) ou até samba tradicionais, não é comigo. E como amo uma ideia alternativa, trouxe uma playlist alternativa, músicas para dançar ou simplesmente se remexer, que não tem nada a ver com o Carnaval:

 Twoo Door Cinema Club - Undecover Martyn
       Vampire Weekend - Cousins
 
 Neon Trees - 1983
 Foster The People - Pumped Up Kicks
Me remexo toda ouvindo essa música *-* hahaha'
 The Killers - Somebody Told Me
 
*___________* Amo The Killers <3


Eu sei que esperar carregar vídeos não é legal, mas se parassem pra ver pelo menos um da lista, agradeceria e muito. Não são bandas muito conhecidas, mas valem a pena ouvir as músicas aí. Espero que gostem, e me digam, como está/foi o Carnaval de vocês?!

19 fevereiro 2012

Tag 11

Recebi essa TAG da: Tay
Regras: Cada pessoa deve postar 11 coisas sobre si mesma em seu blog.
Responda as questões de quem te deu a tag no seu post e crie 11 novas perguntas diferentes para passar adiante.
Você deve escolher 11 pessoas para dar a tag e colocar o link delas no seu post.
Ir para a página dessas pessoas e dizer a elas que você as indicou.
Não indique a tag para quem já te indicou.

11 coisas sobre mim:
1. Sou apaixonada em fazer compras(fútil,eu sei).
2. Já gostei de muita 'modinha' e tenho o cd do Bro'z em casa! hahaha'
3. Tenho mania de cheirar livros, velhos ou novos.
4. Amo presentes, até um chaveiro de 0,50 me fascina <3
5. Quase tive anorexia.
6. Já sofri de depressão.
7. Já sofri bullying(mesmo não sabendo que era isso na época)
8. Tenho uma queda por nerds.
9. Sou muito, mas muito inconstante.
10. Sou dramática, ás vezes, ao extremo.
11. Sou meio anti-social.

 11 respostas:
1. Qual o seu livro favorito? Não sei se tenho um sabe, mas no momento, amei ter lido A princesinha.
2. Já teve ou tem dificuldade em alguma matéria? Várias, odeio matérias exatas, e matemática é meu fraco :/ 
3. Qual a sua estação do ano favorita? Inverno, apesar de na minha cidade não ter estações,o inverno aqui significa muita chuva,rs.
4. Algum livro que virou filme já te deixou revoltada? Não que eu me lembre.hm.
5. Qual foi o melhor dia da sua vida? Well, acho que eu não tive só um. Mas os vários dias com a minha família servem?!
6. Qual a sua estação e mês do ano favorita? Invervo, e o mês, bom, não tenho um favorito, mas simpatizo com Julho.
7. Algum sonho seu já se realizou? Sonho daqueles sonhos que desejamos que algo aconteça? Não ainda, mas alguns sonhos estranhosque tive já aconteceram na vida real. Hm.
8. O que te dá mais raiva? Falsidade, hipocrisia, injustiça.
9. O que é amor para você? Acima de tudo é o sentimento que pode mudar as pessoas e que é essencial ao ser humano.
10. Já se arrependeu de alguma coisa que fez? Já, de várias. hihi
11. O que você imagina que estará fazendo daqui a 10 anos? O que eu desejo é estar trabalhando, ou viajando pelo mundo, ou vivendo algum romance inesquecível. rs

 11 perguntas a serem respondidas:
1. Livro favorito: 2. Filme que marcou: 3. Manias: 4. Coleciona algo? 5. Algum sonho que queria muito realizar logo? 6. O que não suporta? 7. Música/bandas favoritas: 8. O que mais te agrada: 9. O que te conforta em situações difíceis? 10. Medo de envelhecer, tem? 11. Uma frase/citação/pensamento favorito:

Indicados:

Tem outra tag que recebi, do blog Dama de Vestido Azul:
1.Cantora? Well, são poucas, mas Adele pode ser <3
2.São várias, mas The Strokes, The Killers, são as principais.
3.Sou péssima com nomes D: Não sei mesmo :/ 4.Jeni, é um apelido bom,rs.
5. Bem clean, mas com muitas informações sobre a banda :]

E ainda recebi um selo do blog Wink *-*
Regras: responder às perguntas abaixo e indicar para 15 blogs e avisá-los.
Nome: Jeniffer Yara.
Uma música: Mr. Brightside - The Killers ♥
10 coisas sobre mim: Já listei 11 coisas sobre mim acima! haha'
Humor: Ás vezes doce,ás vezes azedo.
Cores favoritas: Preto, Pink(não rosa, rosa bebê não), Vermelho.
Um seriado: The Vampire Diaries *O*
Frase ou palavra mais dita por você: Enfim. haus'
O que achou do selinho? Bem fofo, já recebi o selo anos atrás, mas não com essas regras ><

A lista dos 15 blogs, pode ser a de cima e mais: 

16 fevereiro 2012

Resenha - Um dia

Nome: Um dia
Original: One Day
Autor(a): David Nicholls
Editora: Intrínseca
Onde Comprar: Submarino - Saraiva - Americanas
Sinopse: Dexter Mayhew e Emma Morley se conheceram em 1988. Ambos sabem que no dia seguinte, após a formatura na universidade, deverão trilhar caminhos diferentes. Mas, depois de apenas um dia juntos, não conseguem parar de pensar um no outro. Os anos se passam e Dex e Em levam vidas isoladas – vidas muito diferentes daquelas que eles sonhavam ter. Porém, incapazes de esquecer o sentimento muito especial que os arrebatou naquela primeira noite, surge uma extraordinária relação entre os dois. Ao longo dos vinte anos seguintes, flashes do relacionamento deles são narrados, um por ano, todos no mesmo dia: 15 de julho. Dexter e Emma enfrentam disputas e brigas, esperanças e oportunidades perdidas, risos e lágrimas. E, conforme o verdadeiro significado desse dia crucial é desvendado, eles precisam acertar contas com a essência do amor e da própria vida. 

"Você é linda, sua velha rabugenta, e se eu pudesse te dar só um presente para o resto da sua vida seria este.
Confiança.
Seria o presente da Confiança.
Ou isso ou uma vela perfumada"

Queria muito ler esse livro de tanto que ouvi falar dele e do filme com a Anne Hathaway, e também por se tratar de um romance. Mas nunca iria imaginar o quanto esse livro iria me surpreender, não é um romance convencional contemporâneo, é um romance realista, como eu gosto de defini-lo.

Tudo começa quando Dexter e Emma depois da festa de formatura desfrutam de uma ‘noite de amor’, bêbados, cheios de expectativas para o futuro e fingindo desinteresse um pelo outro. Depois dessa noite, e de no dia seguinte passarem juntos, eles acabam tornando-se amigos, e tomando caminhos totalmente diferentes, também por se tratarem de pessoas totalmente diferentes.
Emma é a típica eterna estudante, que lê romances instigantes e que ninguém conhece, sempre com ironias e sacadas inteligentes e engraçadas, preocupada com causas sociais e que se interessa por Dexter, totalmente o contrário de Em, meio arrogante, super confiante de si, rico, com futuro garantido por causa do dinheiro de sua família, e mulherengo, que ama uma bebida, um cigarro, uma festa e várias mulheres.

Parece ser o típico romance entre a garota inteligente e o rapaz cafajeste mas extremamente bonito e de uma certa forma interessante. Mas não é, o livro não só fala do romance de Em e Dex, ele retrata a vida dos dois, o quanto o futuro dos personagens mudam, quantas coisas surpreendentes acontecem, quantas reviravoltas, acontecimentos estranhos, outros típicos, enfim, lendo Um dia eu só pensava mais ainda no futuro, no quanto a vida pode mudar, seja para pior, seja para melhor. E no meio disso tudo, existe Em e Dex, melhores amigos, sempre se encontrando por aí, sempre com expectativas um do outro, mesmo com todas as mudanças desde aquele dia em que ficaram juntos. Dá até uma certa raiva ou incômodo em algumas partes do livro, por que o livro é muito real, não é aquele romance em que simplesmente depois de algum acontecimento ruim o casal apaixonado ficam juntos e felizes para sempre. Ele retrata a vida real, o futuro incerto, um amor que nunca acaba, uma amizade inesquecível, algumas coisas engraçadas, outras nem tanto, assim como nossas vidas, e por isso não é tão difícil de se identificar.

Além de tudo isso, o livro cita muitos livros e autores interessantes, por Emma, claro, personagem que me identifiquei em alguns pontos, mas em outros tive raiva até. Dexter também me fez sentir raiva por ser tão estúpido ás vezes. Mas no final o livro não me decepcionou, me surpreendeu de uma certa forma, fiquei triste quando terminei de lê-lo, mas satisfeita, como se tivesse tirado algo de muito bom dele, como um aprendizado ou algo assim, não sei definir ainda esse sentimento que ficou.

Por fim, a capa é linda, tem 410 páginas, com alguns erros de gramática que ainda consegui encontrar, mas nada grave. Enfim, o autor está de parabéns por escrever um livro tão emocionante e realista ao mesmo tempo.

“Inteligente, sagaz e, por vezes, insuportavelmente triste.” – The Times. Essa crítica definiu o que senti do livro.

***
Ainda não vi o filme, por isso não vou escrever sobre ele nesse post de hoje. 

15 fevereiro 2012

Devaneio de uma paixão por amar


Não consigo mais. Perdi o jeito de escrever sobre amor, sobre romances, sobre meus sentimentos. 
Por quê? Por que não tem nada aqui dentro, é, fora o amor que todo mundo sente por sua família e amigos e ídolos como o Jhonny Depp, eu não sinto mais nada. Por ninguém. Não existe aquele garoto incrivelmente interessante com quem tenho uma paixão platônica, não existem mais os sonhos com o vizinho bonito e sedutor que não demonstra ser quem é, nem o famoso cafajeste por quem toda mulher é caidinha eu tenho para me (des)iludir. 
Faz tempo que não me apaixono, faz muito tempo que meu coração não acelera só de ver aquela pessoa, e faz muito, muito tempo que eu ficava horas e horas pensando só naquele rapaz por quem eu me apaixonei. Devo me preocupar com essa situação?! É, talvez não. Mas para uma sonhadora ultrarromântica, isso é grave. Eu compartilho da opinião de que mulheres não dependem de homens para serem felizes, e de que devemos primeiro nos amar e nos realizar profissionalmente/financeiramente, etc. Mas sinto falta de um romance, sinto falta de um suspiro, de um devaneio, de rir sem motivo nenhum só de lembrar daquela pessoa.
Mas de tantas experiências fracassadas, esse sentimento de falta logo passa e volto com meus pés no chão. Até por que não tem graça viver um romance sozinha, ou só de ilusão. E paixões platônicas tem seus limites. 
Então me inundo de livros e filmes românticos, suspirando deitada no sofá enquanto vejo casais do século XIX trocando cartas e depois se casando tendo filhos e netos. Ás vezes até prefiro assim, sozinha, liberta de qualquer sentimento que me prenda a um alguém que nem sei se gosta de mim de verdade, e que pelas minhas experiências, vai me decepcionar mais do que o uma pessoa 'normal' decepcionaria. Mas assim como paixões platônicas tem seu limite, viver sem romance também têm. Por que apesar de nunca corresponder ás minhas expectativas, deve ser bom estar apaixonada(o) não é?! Eu sei, por que eu já senti isso, e agora me sinto mais vazia do que o normal. Mas deve ser por que não passei na faculdade e isso é só mais um devaneio de uma quase adulta que está nostálgica com seu aniversário chegando; então é melhor eu voltar com meus romances escritos e com meus filmes antigos.
***
Eu iria escrever sobre amor, por que depois de ver um filme com romance histórico no meio, me deu uma baita vontade de escrever sobre isso, mas é como digo no texto, não sei mais escrever sobre amor sem falar das minhas frustrações com ele no final. Foi só mais um desabafo, uma quase confissão.

14 fevereiro 2012

[Filme] Meia noite em Paris


Título original: Midnight in Paris
Lançamento: 2011
Direção: Woody Allen
Atores: Owen Wilson, Rachel McAdams, Kurt Fuller, Mimi Kennedy.
Duração: 100 min.
Gênero: Comédia Romântica.



Um filme para escritores apaixonados 
Gil é um famoso escritor de Hollywood, e numa ida á Paris com sua noiva e sogros, encanta-se pela cidade e o que ela pode lhe proporcionar enquanto escreve um novo romance, diferente dos roteiros que escreve para filmes. É basicamente uma história de amor entre Gil e Paris. A exatamente meia noite, Gil conhece uma diferente Paris, voltando ao passado, conhecendo os seus ídolos, antigos escritores e artistas que são a base para a história da Arte que conhecemos hoje. A introdução do filme é quase um tour por Paris, a capital deslumbrante e chuvosa retratada no filme atrai e muito o escritor apaixonado e sonhador, como muitos escritores de romances. É uma comédia romântica clássica, envolve um casal, muito do diferente por sinal, mas que compartilham um mesmo pensamento: O de estarem vivendo na época errada, e se deslumbrarem por uma época antiga, que eles desejariam viver. O filme é para sonhadores, idealistas (como eu), onde o presente não é suficientemente satisfatório para suas vontades, desejos ou sonhos.
Meia noite em Paris é apaixonante, não muito surpreendente, beira o clássico filme de comédia romântica americano, mas que de certa forma faz nos identificar com o personagem de Gil, um artista que se deixa levar por suas paixões.
Eu me encantei pelo filme e por toda a ficção do escritor voltar ao passado e conhecer seus ídolos e personagens marcantes da História da Arte. Sou apaixonada por Paris, mesmo nunca ter ido lá, me identifiquei e muito com Gil e sua vontade de viver em épocas passadas. Mas no final do filme vemos que esse pensamento não é muito saudável. rs
Como puderam perceber, fiz algumas mudanças no layout do blog, espero que tenham gostado, como eu, estava insatisfeita com algumas coisas e agora estou mais tranquila. rs
Elaborei um formulário para vocês leitores/seguidores/visitantes responderem só para eu saber se estão mesmo contentes com o blog, com as mudanças do blog e claro, com a autora aqui que vos fala. É muito importante que vocês respondam, nenhuma pergunta é obrigatória, podem responder quantas quiserem! Acesse o formulário AQUI. Aguardo suas respostas! A ideia veio do Fellipe Goulart, meu 'patrão' no O quanto quiser ><
E ah, só mais um aviso: Ganhei um banner num concurso do blog Yet Love, mas não deu pra colocar nesse layou aqui, então peguei a ideia do cabeçalho e fiz em outras dimensões, só deixando os créditos aqui ok?! Gostaram da dica de filme da vez?!

13 fevereiro 2012

Dias preguiçosos


Estou deitada em minha cama, meu ninho, onde meus travesseiros me aconchegam, me esquentam, enquanto a chuva cai lá fora e deixa o ambiente deliciosamente frio. Tudo está em seus devidos lugares, as duas pessoas que amo estão no cômodo ao lado, meus livros no criado mudo ao lado da cama, o computador desligado, um tempo de descanso para ele, meus filmes mutuados na estante mais próxima. Eu não preciso que nenhuma tragédia aconteça em minha vida para admitir o quanto sou grata por ter a vida que tenho.
Eu tenho paz, tenho não só momentos, mas dias, meses, anos de tranquilidade, não é uma paz constante, todo mundo tem seus problemas e momentos ruins, mas no final do dia, eu tenho paz.
Também tenho as pessoas que amo ao meu redor, não as tenho sempre me dando atenção, elas tem suas próprias vidas para lidar, mas as tenho por perto quando preciso, e isso é o mais importante.
Minha vida toda não foi feita só de sacrifícios e horas tristes e infelizes, eu fui feliz, eu sou feliz, ás vezes fico atormentada por certas coisas que ainda não tenho ou não consegui, mas isso por que sou muito ansiosa.
Eu cresci tanto, conheci tantas coisas novas, eu poderia viver uma vida diferente agora, ao lado de pessoas diferentes em uma situação pessimamente diferente da que vivo, mas estou aqui, devaneando sobre a vida boa que tenho...
Mudo de posição agora na cama, estou acordada mas não quero levantar. Está tão bom aqui, nesse frio, usando minha camiseta enorme listrada, abraçando meu travesseiro fofo e esquecendo do meu futuro, dos problemas, quero só pegar no sono novamente, sorrir enquanto sonho e quando acordar ver que a vida não é tão ruim assim, basta saber lidar com ela e com as armadilhas que nos prega.
Tomorrow I'll be faster 
I'll catch what i've been chasing after 
And have time to play 
I'm quite alright hiding today 
Amanhã vou ser mais rápido 
Vou alcançar o que estou perseguindo 
E terei tempo para jogar 
Estou muito bem escondido hoje ♫ 
Alex Turner - Hiding Tonight

É só mais um devaneio meu, ás vezes sou otimista com a vida, e escrevo bobagens como essa, mas acredito que todo mundo precisa ser otimista. Não dá pra viver sonhando, mas também não dá pra viver só de problemas e infelicidade. Acredito também que somos nós mesmos que mudamos nossos rumos, nossos caminhos, então que tal ter uns pensamentos positivos de vez em quando e aproveitar momentos preguiçosos para agradecer a vida que tens?!

E é, eu sou clichê. rs

11 fevereiro 2012

Playlist: The Vampire Diaries


Pra quem é completamente apaixonada(o) pela série The Vampire Diaries, já deve ter percebido que além da série ser extraordinariamente maravilhosa (percebam o tamanho do meu amor,rs) ela contém uma trilha sonora também maravilhosa; e pra quem não conhece a série, recomendo correrem para vê-la por que vale a pena, vai por mim. Então resolvi abrir a 'coluna' Playlist na tag Música do Lado Extra, e a primeira playlist que irei postar aqui é a de The Vampire Diaries:

                            
As músicas que coloquei aqui foram tocadas na 1º e 2º temporada da série, como a 3º ainda está sendo exibida, não sei definir as que mais marcam essa temporada. Cada música daí de cima me lembra muito TVD e não sei vocês, mas são as que mais marcaram pra mim nessas temporadas. Claro que a trilha sonora da série é enorme e existem outras músicas que valem a pena conhecer.
Então, conhecem as músicas que listei aqui? Já viram a série e ouviram a trilha sonora?
Irei fazer playlists de outras séries, mas também sobre outros temas, aguardem!

10 fevereiro 2012

Resenha - O natal de Poirot

Nome: O natal de Poirot
Original: Hercule Poirot's Christimas
Autor(a): Agatha Christie
Editora: Nova Fronteira
Onde comprar: Submarino - Saraiva
Sinopse: Véspera de Natal. A reunião da família Lee é arruinada pelo barulho ensurdecedor de móveis sendo destroçados, seguido de um grito agudo e sofrido. No andar de cima, o tirânico Simeon Lee está morto, numa poça de sangue, com a garganta degolada. Mas quando Hercule Poirot, que está no vilarejo para passar o Natal com um amigo, se oferece para ajudar, depara-se com uma atmosfera não de luto, mas de suspeitas mútuas. Parece que todos tinham suas próprias razões para detestar o velho....


"Você queria muito um 'assassinato dos bons, violento e cheio de sangue'. Pois esta é a história que escrevi para você."
É exatamente assim que Agatha Christie começa seu livro, com essa dedicatória a seu cunhado que teria reclamado de seus assassinatos terem se tornados 'anêmicos'. Agatha é dita como a 'A rainha do crime' pelos  seus 80 romances policiais escritos. Confesso que conheci a obra de Agatha esse ano, esse é o segundo livro que li dela, o primeiro foi O assassinato no expresso Oriente, que também é um ótimo livro e me encantei por sua obra tão bem escrita e tão surpreendente.

A temática do Natal presente no livro, não tem a ver com esse mês mas precisava escrever a resenha desse livro. Não sabia que gostava de romances policias até ler Agatha Christie, e se você ainda não leu nenhuma obra dela, recomendo que vá atrás, os livros não são caros e as histórias são fascinantes.

O natal de Poirot começa quando somos apresentados a Simeon Lee, um velho tirânico que pretende reunir sua família nesse natal, já velho, usa a desculpa de sua invalidez e velhice dizendo que quer sua família reunida de novo, esquecendo dos fatos passados ruins que aconteceram com a tal. Parece-nos que cada filho tem seu problema com Simeon, o velho não é mesmo 'flor que se cheire' e logo descobrimos que reuniu a família não por sentir falta dos filhos e sim para 'brincar' com eles e os irritar com suas palavras e atitudes maldosas.
O filho que mora com ele, Alfred é o mais fiel ao pai, George casou-se com uma mulher bem mais jovem que ele e é famoso por ser 'mão-de-vaca', David depois que sua mãe morreu nunca mais voltou a ver sua família, ressentido por sua mãe ter sido infeliz em seu casamento e por Simeon ter tido culpa nisso, Harry é o filho rebelde, ovelha negra da família que vive viajando por aí e tem uma rixa antiga com Alfred, além da neta da única filha de Simeon, Pilar, filha de espanhol com uma inglesa, tem a beleza do Sul e o filho de um grande amigo de Simeon, Stephen que se encanta por Pilar: Esses são os convidados para o Natal nesse ano na casa dos Lee.
Até que na véspera do Natal, Simeon é brutalmente assassinado em seu quarto, a cena é grotesca: Barulho de móveis e louças quebrando e um grito horrendo no final antes do silêncio total. A família toda corre para ver o que aconteceu e depois de terem que arrombarem a porta do quarto de Simeon, encontram a cena de um assassinato brutal: Simeon com a garganta cortada, inundado por uma poça gigante de sangue ao lado de móveis quebrados, com uma cena óbvia de luta.

Hercule Poirot (o famoso detetive presente em várias obras de Agatha, muito sagaz e inteligente por sinal) estava na casa do Coronel Johnson, quando o Coronel recebe uma ligação do superintendente Sugden lhe informando do assassinato inesperado. E assim Poirot acaba entrando no caso e juntos com três cavalheiros começa a tentar desvendar o caso. Quando chegam na casa e conhecem a família e as histórias envolvendo cada indivíduo presente na noite do crime, acabam encontrando não um, mas vários suspeitos no caso. Cada familiar tinha sua razão para cometer o assassinato e ao longo da investigação a ideia de que o crime tinha sido cometido por um membro da família estava cada vez mais evidente.

09 fevereiro 2012

New Girl


New Girl é uma série divertida, fofa e leve para ver.

Quem não conhece Zooey Deschanel do filme 500 dias com ela, recomendo verem o filme e conhecerem mais sobre essa atriz e cantora, pois é, ela também tem uma banda chamada She&Him, muito fofa por sinal. Mas vamos a série:
Sinopse: Criada por Liz Meriwether (Children’s Hospital), a sitcom não tradicional (filmada sem a presença de um público) é estrelada por Zooey Deschanel, irmã de Emily (da série “Bones”). Na história, ela interpreta Jessica Day, uma professora do interior que, após o fim de uma relação, muda-se para Nova Iorque onde passa a dividir um apartamento com três homens. 
Eles são: Schmidt (Max Greenfield, de “Ugly Betty”), que adora uma boa cerveja; Coach (Damons Wayans Jr.)*O ator foi trocado por outro ator/personagem que eu não estou lembrando o nome* , um treinador que está fora de forma, e Nick (Jake M. Johnson), um garçom. A atriz Hannah Simone também está no elenco, interpretando Cece Meyers, amiga de Jessica.

Tudo começa quando Jess termina seu namoro após descobrir uma traição e procura um novo lugar para morar, por fim ela acaba dividindo apartamento com os marmanjos descritos aí em cima. Jess tem uma personalidade totalmente diferente da vista por aí, ela tem mania de cantar em certas ocasiões, e como é professora que lida sempre com crianças, ela se veste e se comporta ás vezes como uma criança, mas com inteligencia e atitudes bem inesperadas. Os 'garotos' aos poucos se acostumam com Jess e vão vivendo momentos inusitados e engraçados, aderindo aos jeitos que Jess tem em lidar com alguns problemas.

A série tem um humor bem leve, nada vulgar, e algumas pessoas podem não gostar justamente por isso. A personagem de Zooey é algumas vezes 'tosca' e em alguns episódios vocês podem achar que o humor está sendo forçado com a atriz encenando uma personagem meio infantil demais e estranha demais.
Mas não se preocupem, isso é só no começo e ao longo dos episódios irão ver que tem muita coisa engraçada que ainda irá acontecer: Com Schmidt e seu jeito metrossexual quase gay de ser, com Nick e seu jeito desleixado e meio crianção ás vezes e com Winston (Lembrei o nome dele, o ator é o Larmone Morris) ex-jogador de basquete que além de não saber lidar com mulheres não sabe o que fazer da vida já que sempre jogou basquete.

Um dado sobre a série: O primeiro espisódio teve 10,28 milhões de telespectadores, fazendo com que a série se tornasse lider de audiência no horário de exibição, a boa audiência se mantesse nos episódios seguintes, tornando-se a primeira nova sitcom em dez anos a liderar as suas primeiras três noites entre o público alvo. A última vez que isso aconteceu, foi com Step by Step no fall season de 1991.

Então, já ouviram falar sobre a série ou sobre a Zooey ou já viram a série? 
Deixo vocês com um pouco de Jess:
"Who's that girl? Who's that girl? It's Jess" ♫

Download da série: Séries Tvix
Mais informações: Wikipédia
Créditos dos gifs: Who's that girl?

08 fevereiro 2012

Velhinha dos 18


Ela é a velhinha de quase 18 anos, a que anda pelas ruas de sombrinha preta e não de óculos escuros, a que está indo ansiosa e feliz comprar livros e não ingressos de uma festa qualquer, a que vai a biblioteca toda semana e não para casa de algum amigo. A única coisa que a faz jovem nesse momento é seu short curto e sua camiseta de rock, nem suas unhas estão pintadas de preto hoje.
A moça de faces tão jovens, de experiências tão imaturas e de pensamentos tão inocentes, é na verdade aquela velhinha que passa seus dias em casa, compra filmes e livros para deitar em sua cama e apreciar o que está lendo e vendo. Ela não se importa em sair a noite, na verdade, nem gosta. E seu desejo de agora é ir ao Museu de sua cidade, ver as artes regionais e se sentir mais completa em conhecê-las.
Essa senhora não precisa de ajuda para atravessar a rua, seus ossos ainda são fortes, ás vezes esquece rápido de algumas coisas, pensa até que já tem Alzheimer, mas é só mais uma neurose sua e de vez em quando suas costas doem, mas é só consequência de seus maus hábitos.
A velhinha de 18 é também ranzinza alguns momentos e sempre faz um drama com os acontecimentos da sua vida; pensa que está perdendo tempo por não ter grandes momentos e experiências, mas isso só por que é impaciente e ansiosa demais. Essa senhora que nem adulta ainda é pensa que nasceu na época errada, na família errada, mas agradece a Deus todos os dias que têm.
Ela ainda está descobrindo o que a faz feliz, e em seu coração ainda tem muito o que guardar.

Perceberam que velhinha aí sou eu não é?! rs' Eu estava andando na rua e reparei o quanto eu naquele momento estava diferente das jovens ao meu redor e as senhoras que passavam por mim eram mais parecidas comigo, estranho eu sei. Agradecendo a Amanda Souza pelos selinhos que ela me indicou, são todos lindos *-* Você é uma fofa! E avisando aqui que o blog já conseguiu sua primeira parceria, com a Editora Mor! A editora tem o projeto de On-Book muito interessante, quem quiser saber mais, visite o site da editora. Estou muito feliz mesmo que blog está crescendo e conseguindo conquistas como essas.Ah,curtam a página do blog, de vez em quando posto trechos de antigos post's por lá ><

07 fevereiro 2012

Resenha - O círculo secreto: A iniciação

Nome: Círculo Secreto - A iniciação
Original: Secret Circle - The initiation
Autor(a): L. J. Smith
Editora: Galera Record
Onde comprar: Saraiva
Sinopse: A história começa quando Cassie se muda da Califórnia para New Salem, depois de passar as férias em Cape Cod, e começa a se sentir estranhamente atraída pelo grupo de jovens que domina sua nova escola. Cassie logo é iniciada no Círculo Secreto, uma irmandade de bruxas que controla a cidade há séculos, numa aventura ao mesmo tempo fascinante e mortal. Ao se apaixonar pelo sombrio Adam, será preciso escolher entre resistir à tentação ou lutar contra forças obscuras para conseguir o que deseja – mesmo que um simples passo em falso possa significar a sua destruição.Primeiro volume da trilogia Círculo Secreto, de L.J. Smith, a criadora do fenômeno mundial e best seller do New York Times, Diários do vampiro que deu origem à série de TV da Warner Vampire Diaries. Livro que deu origem à série de TV Secret Circle.

Eu particularmente sou fã da L. J. Smith, desde quando descobri sobre Diários do vampiro, não só a série de TV mas também os livros. A narrativa da autora é leve mas não desleixada, tem sempre detalhes que fazem a diferença e ela sempre surpreende em seus livros.
E em Círculo secreto - A iniciação não é diferente, o enredo gira em torno de Cassie Blake, que é obrigada a mudar-se para uma nova cidade para morar com a sua avó, New Salem é o nome da cidade, cidade essa que nem se encontrava no mapa de tão insignificante. E depois de 'salvar' um garoto em apuros nas suas férias e ele ter deixado com ela um cristal de lembrança, Cassie vê-se em outra situação desconcertante. A casa da avó não é lá essas coisas, a cidade para onde se mudou muito menos, e mesmo dizendo a si mesma para tentar uma nova vida, em seu primeiro dia de aula na nova escola já percebe que as pessoas não irão ser muito acolhedoras com ela.

Logo logo Cassie descobre o círculo secreto de bruxos(as) da cidade, sobre sua família e principalmente sobre o garoto de quem nutriu uma simpatia mais do que o normal, pois ele também participa do círculo. O círculo envolve 12 pessoas, todos jovens querendo quebrar as tradições das famílias antigas, juntando o círculo de novo e fazendo magia. Ao longo da história Cassie descobre que Adam é comprometido com Diana, e que Faye não é uma bruxa boazinha em que se possa confiar.

06 fevereiro 2012

Ser crítico


Virou modinha criticar modinha não foi?! Eu sei, eu critico algumas 'modinhas' também, tenho preconceito musical sim e ás vezes falo muito mal de coisas que não gosto. Mas parando pra pensar nisso, resolvi rever meus conceitos, afinal, de uma certa forma eu também sou vítima de críticas, por que também gosto de algumas modinhas. Eu gosto de Crepúsculo, Gossip Girl e The Vampire Diaries(que não era, mas por causa da SBT, virou modinha), eu gosto de Moda e já ouvi Lady Gaga (não que eu ouça,mas já ouvi muito e reconheço a grande artista que ela é) e amo uma comédia romântica americana; então ás vezes sou alvo de críticas, por que criticam coisas que eu gosto e defendo elas, afinal, são coisas que eu gosto!
Isso me faz de mim infantil? Por ter lido os livros da saga Crepúsculo e por ter amado eles? Por ver séries de vampiros e chorar no final dos filmes de romances? Sem falar que eu amo ler também sobre livros de temas que envolvem romances entre humanos e seres sobrenaturais. É clichê, mas eu sou clichê e antiquada ás vezes e infantil ás vezes também. Mas eu também leio Shakespeare, amei ler os poemas da Florbela Espanca, me diverti lendo Machado de Assis e me impressionei com Clarice Lispector.

05 fevereiro 2012

Resenha - O morro dos ventos uivantes


Nome: O morro dos ventos uivantes

Original: Wuthering Heights
Autor(a): Emily Brontë
Editora: Lua de papel
Onde comprar: Saraiva - Cultura - Submarino
Sinopse: Na fazenda chamada Morro dos Ventos Uivantes nasce uma paixão devastadora entre Heathcliff e Catherine, amigos de infância e cruelmente separados pelo destino. Mas a união do casal é mais forte do que qualquer tormenta: um amor proibido que deixará rastros de ira e vingança. "Meu amor por Heathcliff é como uma rocha eterna, Eu sou Heathcliff", diz a apaixonada Cathy.
O único romance escrito por Emily Brontë e uma das histórias de amor mais surpreendentes de todos os tempos, O Morro dos Ventos Uivantes é um clássico da literatura inglesa e tornou-se o livro favorito de milhares de pessoas, incluindo os belos personagens de Stephenie Meyer.

Confesso que me interessei pelo livro por ser citado na saga Twilight, e desde então estava curiosa em ler o livro. Definitivamente não é um romance clichê e típico que lemos por aí, O morro dos ventos uivantes tem uma leitura intensa e peculiar; você não vai encontrar um clássico romance feito Romeu e Julieta, pelo contrário, a trama envolve paixão sim, mas além disso, envolve dor, sofrimentos e ódio, muito ódio.
Tudo começa quando o sr. Lockwood chega a fazenda Morro dos Ventos Uivantes para ser inquilino de sr. Heathcliff na Granja dos Tordos, a princípio ele já percebe que Heathcliff não é de muitos amigos, o que agrada Lockwood, por também não ser tão social assim. Lockwood logo conhece Joseph, o criado rabugento de Heathcliff, Hareton Earnshow e a quase adorável Catherine Linton; mas depois de uma noite turbulenta, quando foi obrigado a dormir no Morro dos Ventos Uivantes, Lockwood ao invés de não querer mais saber daquela família, se interessa ainda mais. A sr. Dean é a sua empregada na Granja dos Tordos e é ela que lhe narra toda a história que envolve Heathcliff, Catherine, Harenton e outros personagens.

Eu particularmente não achei a leitura cansativa, como vi em outras resenhas que li sobre esse livro; eu gosto de livros clássicos e O morro dos ventos uivantes é realmente um livro intrigante e se você se concentrar na leitura, vai amar e odiar junto com os personagens de tão intenso é a narrativa de Emily.
O amor retratado aqui não é um simples sentimento que uma pessoa sente pela outra, o amor aqui não traz felicidade, e sim dores e atos desesperados e imprevisíveis. É um romance que não dá certo, não tem um final feliz, mas que te prende pela complexidade dos personagens e da história em si.

Tem fatos que ocorrem nesse livro que não dá pra entender, ficamos pensando: "Por que diabos fulano fez isso?!" Existem exageros nele e nas personalidades existentes no enredo, mas achei interessante, é um 'romance' diferente e gostei muito de ler. No final ainda ficou um suspense no ar sobre um fato ocorrido, mas também gostei do final, não é focado nos personagens centrais e não tem aquele 'felizes para sempre', mas gostei.

Sobre o formato do livro em si, a edição que tenho é a mais nova, onde faz referência aos personagens de Crepúsculo, e vendo as outras capas existentes, achei essa a mais bonita. Não é um livro com muitas páginas, as letras pra mim são medianas e as folhas em branco não cansaram minha leitura, talvez por que eu realmente estava gostando, não sei.

Recomendo lerem, nem que seja só por interesse em conhecer a história em si, a leitura é um pouco rebuscada, mas nada excepcional que você não possa entender. Não espere por um romance leve e doce, O morro dos ventos uivantes é intrigante, dolorido e intenso.

"Quando mesmo ele a amasse com todas as forças de seu franzino, não conseguiria nunca amá-la, em oitenta anos, tanto quanto eu a amo em um dia" - Heathcliff.

03 fevereiro 2012

Dez coisas que amo

Fui indicada para esse meme pela Cássia do Procurei em Sonhos, que por sinal amei ser indicada, por que amo listas *O* Visitem o blog dela, a lista dela tá linda >< O meme consta em listar as coisas que amo e justificá-las, então vamos lá:

Música: Ouvir música não é simplesmente ouvir música, eu tenho uma mania de querer sempre uma trilha sonora em qualquer momento da minha vida, ouvir música ás vezes é essencial pra mim, me faz esquecer ás vezes de tudo  quando ouço e canto alto.
Não tenho um estilo definido, de Rock a Soul, eu ouço, menos funk, melody, sertanejo, etc... rs


Livros: Well, sou apaixonada por livros, principalmente por aqueles que envolvem temas sobrenaturais, vampiros, bruxas, etc. Ler livros me fazem ir para outro mundo, além de tranquilizarem e me deixarem sonhando mais do que o normal,rs. Me envolvo com os personagens dependendo do livro e algumas vezes me sinto compreendida por alguns personagens (estranho,eu sei).


Comer besteiras: Sou dedicada a um fast-food sempre, doces e salgados me enchem os olhos. Tem quem rejeite um milk shake ou um hot-dog?! Sem falar de chocolate e biscoitos recheados!






Filmes/Séries: Sempre fui de ficar dias inteiros vendo TV, vendo filmes e séries, e com internet sempre tô conhecendo novas séries e filmes interessantes. Ver filmes e séries também 'me transporta para outro mundo', sem falar que sempre me identifico com algumas histórias e choro no final.rs.


01 fevereiro 2012

Hart Of Dixie


Zoe Hart (Rachel Bilson), após ver sua vida em Nova Iorque desmoronar, aceita trabalhar em uma pequena cidade do Alabama. E lá, precisará rever muitos conceitos e quebrar muitas barreiras.
Zoe é uma excelente médica com uma vida perfeita em Nova Iorque, até que é reprovada em sua residência como médica, por ser uma profissional fria, que basicamente não se importa com seus pacientes, além do que um médico deve se importar. Então Zoe lembra sobre o senhor misterioso que apareceu em sua formatura lhe oferecendo um emprego em sua clínica na cidade de Bluebell, então ela decide aceitar o tal emprego e vai a pequena cidade. Lá se vê em um cenário totalmente diferente do que está acostumada em Nova Iorque, Zoe conhece uma cidade com muitas peculiaridades, algumas personalidades marcantes e um ambiente onde todo mundo sabe sobre todo mundo; e uma surpresa: O tal senhor misterioso, na verdade, era o pai de Zoe, que lhe deixou parte de sua clínica para sua única filha. Agora Zoe precisa não só conquistar pacientes para garantir sua herança, mas conquistar a pequena cidade inteira.
Caso não conheçam Rachel Bilson de The OC, deveriam conhecer urgentemente. Ela é uma atriz divertida, linda e que tem uma atuação própria, parece que coloca um pouco de si em seus personagens. Confesso que só fui ver Hart Of Dixie por causa da Rachel, mas ao ver os episódios, me apaixonei pelos personagens:

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