22 abril 2017

Girlboss ou a série sobre moda que eu precisava

Preciso deixar claro que eu amo moda e a ideia de saber quase tudo sobre esse mundo me fascina, sou apaixonada pelos filmes ou séries nessa temática, e mesmo sendo muito leiga ainda no assunto, filmes como The Devil Wears Prada, Confessions of a Shopaholic e outros menos famosos se tornaram meus favoritos por sua temática. Quando lançaram Jane by Design, eu surtei. E infelizmente surtei mais ainda quando cancelaram a série ainda no meio da temporada. Me tornei uma carente de produções cinematográficas que envolvem Moda e que não sejam reality shows (porque não tenho paciência pra acompanhar mais de um), então saber sobre uma nova produção girlpower que fala sobre Moda e ainda baseada em fatos reais, foi uma bela novidade pra mim e a ansiedade foi grande.
Felizmente toda essa expectativa foi atentida com a série Girlboss, produção da Netlflix, inspirada na vida de Sophia Amoruso, empresária no ramo da Moda que obteve grande sucesso, em pouco tempo, com sua marca Nasty Gal
Preciso deixar claro que não li o livro e por isso irei opinar apenas sobre a série.

19 abril 2017

As melhores leituras da graduação

Cursar Letras - Língua Portuguesa não é apenas estudar Literatura e aquelas lindas obras clássicas nacionais e estrangeiras que já ouvimos por aí. Porém, em algumas disciplinas com certeza tive o prazer de ler e reler obras que foram gratas surpresas e grandes experiências em não só ler, mas estudar sobre elas. Eis aqui algumas das mais marcantes pra mim durante a minha graduação:
  • A Hora da Estrela
Lemos Clarice Lispector logo no segundo semestre do curso, na disciplina Teoria do Texto Poético (? - deveria ser apenas sobre poesia, mas vocês precisam saber que não dá pra entender tudo sobre esse curso, algumas coisas são bem contraditórias) e mesmo já tendo lido anteriormente, a experiência é outra quando lido em sala de aula e ainda realizando prova sobre a narrativa. A obra se tornou marcante pra mim ao entendê-la e compreendê-la por conta das discussões em sala sobre ela.

14 abril 2017

8 anos, 610 posts, 1.822 seguidores, 260 mil views

Quem nunca teve um blog e foi chamada de A garota do blog?
O blog completa nada menos que 8 anos de existência em 14 de abril de 2017. 
Eu iniciei nesse espaço para escrever sobre mim. Fatos e ocorrências do meu dia a dia que me alegravam, me entristeciam ou incomodavam. Logo percebi que não poderia escrever sobre tudo que me envolvia, mas ainda assim mantive o blog como um diário virtual, só que mais polido e consciente sobre o que ou quem escrever. Em 2012 me frustei com algumas decisões pessoais e me envolvi completamente no mundo da leitura. Na época, as parcerias com editoras estavam ainda no seu início, mas muitos blogs voltados apenas para livros ou para falar sobre as artes de entretenimento já existiam, e resolvi expandir os assuntos abordados aqui. Assim surgiu o Lado Extra, um trocadinho com o que era o segundo nome do blog Meu Outro Lado (inicialmente ele se intitulava Simplesmente Jeniffer - podem rir, eu deixo). 
Foram muitos blogs acompanhados e muitas pessoas por trás daqueles espaços que permanecem até hoje em minhas redes sociais, salvando minhas timelines com suas personalidades e histórias. 
O blog também teve alguns colunistas, pessoas inesquecíveis que ascrescentaram e muito com suas constribuições por aqui, mas ele voltou a ser um espaço solitário novamente, não por não ter dado certo com outras pessoas, mas por ele ser algo tão unicamente meu, que foi inevitável deixá-lo apenas em minhas mãos.
Eu tenho orgulho do blog e de tudo que conquistei e aprendi com ele. Uma das coisas mais gratificantes que já tive a experiência de vivenciar foram todos esses anos de textos escritos, compartilhados, ideias trocadas, novas amizades e gostos, tudo o que o Meu Outro Lado me trouxe.
Para rememorar esses anos de existência, listei alguns posts que amo recordar:

10 abril 2017

Entrevista com o autor: Breno Torres

Quem diria que o sonho de um amigo tão próximo iria se tornar realidade tão cedo?! Ao vivenciar de perto a trajetória daquele jovem sonhador e romântico, eu vibrei quando soube do seu primeiro livro, lançado pela Editora Arwen. Breno Torres é um amigo do curso de Letras – Língua Portuguesa e desde quando nos falamos pela primeira vez soube que era um apaixonado pelas letras e pela literatura. Como novo autor, o Breno irá lançar seu livro Pesadelos Infaustos, uma compilação de contos de horror e drama, publicado pela Editora Arwen, em abril deste ano. E claro que não poderia perder a oportunidade de divulgar o trabalho de um escritor paraense tão bom e tão próximo aqui no blog.
1. Quando iniciou tua paixão pela literatura?
Eu ainda guardo comigo uma das minhas primeiras memórias de leitura: uma edição linda de Poliana, adaptada para pequenos leitores, e foi uma experiência mágica. Mas minha paixão se consagrou mesmo com os livros de Harry Potter. Aquilo ali fez meu mundo virar de cabeça pra baixo – ou melhor: de cabeça pros livros.
2. O que te motivou a escrever um livro?
Quando eu leio livros, as experiências ali colocadas para os leitores viverem e os assuntos/temas discutidos sempre geram ideias e, por conseguinte, inspirações dentro de mim. Eu sou uma pessoa que tem muito a dizer, muito a mostrar, muito a provar (também), e a leitura e a Arte em geral me engatilha a imaginação. O que me motivou a escrever PESADELOS INFAUSTOS, enfim, assim como o que me motiva a continuar escrevendo, são as toneladas de palavras, filosofias, críticas e ideias que preciso compartilhar e escrever.
3. Por que um livro de contos e por que Horror?
Acho o Conto um gênero literário muito inteiro em si, muito completo e que dá muitas possibilidades ao autor, principalmente se tratando de um autor que está começando a descobrir seu estilo e sua voz narrativa. Foi no conto que comecei a fazer meus desdobramentos de enredo e experimentar as tantas possibilidades das dimensões de uma história, e deu muito certo esse meu processo de consolidação por conta disso. No que concerne ao Horror, um gênero que descobri com minha grande mestra Anne Rice, aliá-lo ao Conto me permitiu dar ao Horror tanta profundidade, tanta criatividade, sempre tanta autenticidade e possibilidades... Casar os dois, enfim, Conto e Horror, foi um processo natural. Um processo perfeito, para mim.
4. Como foi o processo de escrita de Pesadelos Infaustos?
PESADELOS INFAUSTOS começou a ser escrito no começo da minha graduação em Letras e se estendeu continuamente como um processo simplesmente experimentativo (de eu me descobrindo como autor) até que eu percebesse, uns dois anos depois, que eu poderia fazer conexões entre aqueles contos e eles faziam sentido e peso como uma antologia. Comecei, então, a me dedicar a tornar, a partir dos contos já escritos que eu tinha, a ordem das histórias um processo, onde o leitor poderia vivê-lo tanto no que diz respeito ao tom e às sensações que as histórias proporcionam quanto ao que as histórias são e representam – histórias críticas, profundas, vivas em si.
5. A faculdade te influenciou na vida de escritor/autor?
Com certeza. Na verdade, o grande motivo de ter entrado para a faculdade de Letras foi a possibilidade de me inebriar de Literatura em todas as suas dimensões para me polir e me engrandecer como autor – Crítica Literária, Teoria Literária; Leitura e conhecimento aprofundado de Clássicos (momento sempre fundamental), leitura de diferentes gêneros literários, descoberta de obras atuais; Produção, Revisão textual... A faculdade foi uma grande escola. Escola de vida, também.
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